No comando da China, Xi Jinping declarou o desejo de uma nova ordem mundial. O ditador propôs a criação da Iniciativa para a Cooperação Global. A fala ocorreu durante a reunião de cúpula da Organização para a Cooperação de Xangai, ao lado de outros governantes de países-membros do bloco, como o presidente Vladimir Putin, da Rússia, e Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia.
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O grupo se reuniu nesta segunda-feira, 1º, na cidade de Tianjin, próxima à capital chinesa, Pequim. China, Rússia e Índia encabeçam a lista de dez países-membros da OCX.
Hoje, a intermediação entre os países em todo o globo cabe, principalmente, à Organização das Nações Unidas (ONU). Criada logo depois do fim da Segunda Guerra Mundial, é o principal fórum internacional e conta com mais de 190 Estados-membros. Entre eles, os com maior poder são Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido e França — os únicos com cadeira permanente no Conselho de Segurança. A sede fica em Nova York, a maior cidade norte-americana.
Silêncio na ONU
Embora também estivesse entre os convidados do evento, o secretário-geral da ONU, António Guterres, não se manifestou sobre o assunto. Durante o encontro, ele participou de uma reunião com Nurlan Yermekbayev, o novo secretário-geral da OCX.
Passado soviético e a ‘nova ordem mundial’
Assim como a Rússia, a maioria da OCX fez parte da União Soviética. Esses são os casos de Belarus, Uzbequistão, Cazaquistão, Quirguistão e Tajiquistão. Os outros dois membros são Irã e Paquistão.
Além disso, o bloco conta com outras duas categorias de países. A menor delas é a dos observadores, da qual fazem parte Afeganistão e Mongólia. A outra, com a nomenclatura de parceiros, é formada por Arábia Saudita, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Camboja, Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Maldivas, Mianmar, Nepal, Sri Lanka e Turquia.
O grupo passou a funcionar em 2003. No ano seguinte, estabeleceu relações oficiais com a ONU, como observador. Atualmente, os dez países-membros que a China quer colocar na liderança de uma nova ordem para o planeta abrigam quase metade da população mundial.
Bons tempo em que o povo vivia suas vidas em seus próprios países segundo suas tradições e seus costumes, sua cultura, enfim, seus modos de vida. Agora querem submeter todos os países às regras de um grupo eliminado os costumes e o modo de viver dos demais. A União Europeia é um exemplo claro desse processo e prova que isso não pode dar certo. O que resta de liberdade de vida na Europa está acabando nessa nova vida “pasteurizada” pela ideia globalista. A ONU, citada no texto, demonstra a que ponto pode se deturpar um governo central, ditador de regras que a grande maioria não gostaria de cumprir.
Quando estiverem reunidos os brics joga uma bomba pra acabar com a reunião desses terroristas
Que lixo! Nova “ordem mundial”…