Nesta segunda-feira, 22, o Ministério das Relações Exteriores da China chamou de “grave violação” as apreensões de navios de outros países pelos Estados Unidos (EUA).
Recentemente, os EUA interceptaram ou destruíram embarcações venezuelanas com armas ilegais e entorpecentes.
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A investida mais recente dos norte-americanos ocorreu ontem, com o cerco ao petroleiro Bella 1.
Conforma a agência de notícias Bloomberg, trata-se de um barco panamenho sob sanções, que navegava com bandeira falsa.
“A Venezuela vem denunciando, enfrentando e derrotando há 25 semanas uma campanha de agressão que vai desde o terrorismo psicológico até corsários que assaltaram petroleiros”, declarou Maduro nas redes sociais. “Estamos preparados para acelerar a marcha da Revolução profunda.”
O secretário-geral do Partido Comunista chinês, Xi Jinping, é aliado do ditador Nicolás Maduro.
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Interceptações criticadas pela China

Há poucos dias, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um bloqueio contra todos os petroleiros sujeitos a sanções que entram ou saem da Venezuela.
O governo venezuelano não se manifestou sobre a interceptação mais recente.
Anteriormente, o regime chavista chamou o bloqueio de Trump aos petroleiros de uma “ameaça grotesca” e “absolutamente irracional”, “pirataria internacional”.
Além disso, a ditadura disse, no sábado, que as apreensões “não ficarão impunes”.
Leia também: “O triunfo da injustiça”, reportagem publicada na Edição 301 da Revista Oeste
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