O cineasta israelense Nadav Lapid foi obrigado a desistir de participar do FID Marseille, festival internacional de cinema que ocorrerá entre 7 e 12 de julho na França. A direção do evento argumentou que vários diretores programados para participar do festival e favoráveis ao boicote cultural a Israel retiraram seus filmes da seleção em protesto contra a presença de um israelense.
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A tensão, conforme definição da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, é considerada antissemitismo inclusive pelo fato de Lapid ser oposição ao atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. A intolerância veio no rastro da polêmica envolvendo o cartunista francês Joann Sfar, dias antes.
A partidipação de Sfar no festival literário Oh les Beaux Jours! (Ah, os belos dias!), no Théâtre de La Criée, em Marselha, foi alvo de uma campanha de boicote promovida pelo coletivo Culture 13 en lutte. O grupo acusava Sfar de defender posições favoráveis a Israel no contexto da guerra em Gaza e pediu o cancelamento de sua participação. Em relação a Lapid, o próprio preferiu abrir mão da participação.
Antissemitismo na França
A diretora do FID Marseille, Tsveta Dobreva, disse ao Le Monde que o cineasta havia sido inicialmente convidado para integrar o júri do festival por sua postura política. “Convidamos Nadav Lapid unicamente por respeito ao seu cinema”, destacou ela. “Esse é o único critério do FID”, antes de ceder à pressão.
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Relatório do Ministério do Interior francês, divulgado em maio, revela que, em 2026, os atos antissemitas continuam em nível historicamente elevado dentro do conjunto de crimes antirreligiosos na França. O informe também relata que o antissemitismo cresceu no país principalmente depois do ataque de 7 de outubro de 2023, realizado pelo grupo terrorista Hamas.






































A França continua cada vez mais adorando os muçulmanos que estão tomando conta do território francês. Emporcalharam Paris, tomaram para si regiões da cidade onde impuseram a sharia, estão cada vez mais presentes nas cidades menores. Os casos de estupro de francesas não preocupam os franceses. A Europa está sento tomada. Conseguem dominar aos poucos o que os otomanos não conseguiram manter na Europa.