As Forças de Defesa de Israel confirmaram a morte de Ahmed Ghaleb Balout, comandante da Força Radwan, tropa de choque do Hezbollah preparada para incursões em território israelense. Ele foi alvejado nesta quinta-feira, 7, em um ataque aéreo realizado nos subúrbios ao sul de Beirute, área considerada reduto do Hezbollah.
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A morte ocorreu em uma das duas operações recentes contra integrantes de organizações terroristas que atuam contra o país. Segundo o Exército israelense, Balout ocupou diversas funções na estrutura da unidade, incluindo o cargo de chefe de operações. Ao longo dos últimos anos e também durante a guerra atual, ele teria coordenado dezenas de ações contra soldados israelenses no sul do Líbano, com o uso de mísseis antitanque e explosivos.
De acordo com os militares, o chefe do grupo também atuava na tentativa de recompor a capacidade operacional da Força Radwan, especialmente no avanço de um plano associado à estratégia do grupo para uma possível incursão no norte de Israel. O bombardeio ocorreu na região sul da capital libanesa e foi o primeiro registrado ali em quase um mês. O anterior havia ocorrido em 8 de abril, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a Israel que suspendesse ataques na cidade.
Ameaças do Hezbollah a Israel
Em outra frente, os militares israelenses informaram que eliminaram Ibrahim Abu Tzakar, acusado de ser um dos envolvidos no sequestro de Mia Schem durante o ataque terrorista do Hamas ao festival de música que ocorria no sul de Israel em 7 de outubro de 2023. Segundo o comunicado militar, Tzakar atuava como paramédico e teria participado de diversas ofensivas contra soldados israelenses e civis.
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As FDI declararam ainda que as tropas permanecem posicionadas no setor sul, conforme os termos do cessar-fogo, e continuarão conduzindo operações para eliminar ameaças imediatas contra militares e civis israelenses.




































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