Como caiu a mais poderosa ditadura do mundo

União Soviética começou a se desmanchar de vez em dezembro de 1991, relembra Dagomir Marquezi
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Dagomir Marquezi relembra o passo da passo da queda da União Soviética
Dagomir Marquezi relembra o passo da passo da queda da União Soviética | Foto: Montagem Revista Oeste/Elizaveta Krylova/Shuterstock

Em seu artigo publicado na Edição 93 da Revista OesteDagomir Marquezi relembra o crepúsculo da mais poderosa ditadura do mundo, a da União Soviética, que começou a se desmanchar de vez em dezembro de 1991. E caiu sem praticamente nenhum tiro.

“O paraíso dos trabalhadores era na verdade um inferno de incompetência e repressão. Quem reclamasse era mandado para os campos de concentração da Sibéria, chamados gulags. A KGB, polícia de Estado comandada pelo Partido Comunista, dominava cada detalhe da vida. Os desfiles militares e as medalhas olímpicas escondiam a realidade de um império paralisado pela própria inépcia. Pior: não havia esperança. A população vivia num estado de penúria e medo permanentes. E os figurões do PC tinham direito a uma vida de luxo e poderes absolutos”, escreve Marquezi.

Leia outro trecho

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“Uma máquina poderosa de propaganda internacional transformou esse bloco soviético no ‘paraíso do proletariado’. Lá, todos teriam os mesmos direitos, garantidos pelo sistema socialista. Os êxitos da URSS eram divulgados com orgulho por seus seguidores mundo afora — as conquistas esportivas, a bomba nuclear mais devastadora de todos os tempos, o primeiro satélite artificial, o primeiro astronauta em órbita, etc. Tudo indicava que o domínio do resto do mundo pelo comunismo soviético era apenas questão de tempo.

E, no entanto, o paraíso não era tão perfeito quanto os militantes da causa declaravam. O primeiro-ministro Nikita Khrushchev (entre 1958 e 1964) foi quem denunciou os crimes cometidos por seu antecessor, Josef Stalin, que deixou um rastro de 20 milhões de mortes.

Revista Oeste

Além do artigo de Dagomir Marquezi, a Edição 93 da Revista Oeste traz reportagens especiais e textos de J.R. Guzzo, Guilherme Fiuza, Silvio Navarro,  Ana Paula Henkel, Ubiratan Jorge Iorio, além de colaborações especiais de Ives Gandra Martins, Janaina Paschoal, Aguinaldo Silva, entre outros.

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2 comentários Ver comentários

  1. Mais didático impossível, você é minus zero, se trabalhar como um escravo será minus one, se morrer no processo será minus 2 e se tiver muita sorte será jornalista globalista.

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