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Covid-19: OMS autoriza primeiro tratamento oral

Agência recomendou o antiviral molnupiravir

covid-19
divulgação

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a inclusão do antiviral molnupiravir na lista de tratamentos recomendados contra a covid-19. Trata-se do primeiro medicamento oral recomendado pelo órgão contra a doença.

Contudo, a OMS recomendou o uso do remédio apenas para pacientes com covid-19 que não desenvolveram formas graves da doença e que correm um alto risco de hospitalização — não vacinados, idosos, pacientes com deficiências imunológicas ou com doenças crônicas.

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A agência governamental desaconselhou o uso entre crianças e mulheres grávidas ou lactantes. Produzido pela empresa alemã Merck, o comprimido tem de ser usado quando os primeiros sintomas do coronavírus aparecerem.

A OMS recomendou o consumo de quatro comprimidos (800 miligramas) do medicamento duas vezes por dia durante cinco dias, tempo habitual para o desenvolvimento dos sintomas da doença.

As recomendações são baseadas em dados obtidos de seis ensaios aleatórios envolvendo quase 5 mil pacientes. O tratamento de cinco dias com molnupiravir pode custar cerca de US$ 700 (cerca de R$ 3,5 mil).

No ano passado, a ONG Médicos Sem Fronteiras ressaltou que um tratamento de cinco dias com molnupiravir a preços de mercado poderia custar cerca de US$ 700, valor que poderia cair para US$ 20, se fosse desenvolvido com genéricos alternativos, que, por exemplo, já são fabricados na Índia.

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5 comentários
  1. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    Ou seja, tratamento PRECOCE, como deve ser em qualquer enfermidade. Tomara que a História seja inclemente com quem negou tratar a Covid 19 no início dos sintomas, com o embuste de o paciente só procurar atendimento QUANDO ESTIVESSE COM FALTA DE AR. Neste caso, o vivente já estaria ao menos com um dos pés na cova. Hão de pagar, né, Mandetta?

  2. Remi Backes
    Remi Backes

    Médicos e pesquisadores já disseram que age exatamente como a Ivermectina, só que custa bem mais caro.

  3. José Ricardo Gonçalves
    José Ricardo Gonçalves

    Os tratamentos, largamente utilizados, com centenas de estudos duplo cego (inclusive com o maior estudo do mundo – Itajaí), ótimos resultados e custos ínfimos (patentes expiradas), nem pensar OMS?? Só trouxa e lobistas, mercadores da morte que engole mais esta narrativa fraudulenta! Apresentem os estudos duplo cego …não tem né. VTNC
    A revista não faz nenhuma análise do assunto, apenas repassa mastigado… muito fraca a reportagem, poderia ter um contraponto, afinal é isto que os leitores esperam.

    1. analisando
      analisando

      Perfeito Ricardo.
      A Índia já está com seu pacote de genéricos a $20, mas falar disso é ser negacionista e vão afirmar que vc acredita que a terra é plana.

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