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Cuba diz 'estar pronta' para ataque dos EUA

Regime rejeita mudança de governo e afirma que 'invasão' será respondida 'com resistência'

Miguel Díaz-Canel, o ditador de Cuba | Foto: Reprodução/Instagram/cubaminrex
Miguel Díaz-Canel, o ditador de Cuba | Foto: Reprodução/Instagram/cubaminrex

O vice-ministro das Relações Exteriores de Cuba, Carlos Fernández de Cossio, afirmou que o país está “preparado para qualquer ofensiva dos Estados Unidos”, depois de declarações do presidente Donald Trump sobre uma possível tomada da ilha.

“Nosso país historicamente esteve pronto para se mobilizar como nação para uma agressão militar”, disse o diplomata em entrevista à NBC. Segundo ele, um ataque não é considerado provável, mas Cuba não descarta o cenário.

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As declarações ocorrem em meio à escalada de tensão entre os dois países, apesar da abertura recente de diálogo para tratar de problemas bilaterais. Cossio negou que haja qualquer negociação sobre a saída do ditador Miguel Díaz-Canel ou alterações na estrutura do governo.

Segundo ele, uma mudança de regime está “absolutamente” fora de cogitação nas conversas com Washington.

EUA dizem não planejar invasão de Cuba

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, participa de uma reunião entre o Presidente Donald Trump e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, D.C., EUA (14/7/2025) | Foto: Reuters/Nathan Howard/Foto de arquivo

Reportagem do New York Times mostrou que integrantes do governo Trump teriam sugerido a destituição de Díaz-Canel, o que foi negado pelo secretário de Estado, Marco Rubio.

O chefe do Comando Sul dos Estados Unidos, general Francis Donovan, afirmou ao Senado que não há preparação para invadir Cuba nem tomar o controle da ilha. Segundo ele, o Pentágono está pronto para proteger a embaixada em Havana, a base de Guantánamo e responder a eventuais fluxos migratórios em massa.

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Cuba enfrenta um agravamento da crise econômica depois de restrições dos EUA às compras de petróleo. A interrupção no fornecimento levou a apagões generalizados, redução de aulas, suspensão de eventos e acúmulo de lixo em algumas regiões.

A situação piorou com a interrupção do envio de combustível da Venezuela, tradicional aliada da ilha.

Mesmo com a tensão, o governo cubano confirmou que mantém diálogo com representantes dos Estados Unidos, mas reiterou que qualquer tentativa de invasão será respondida com “resistência inabalável”.

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2 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Basta alguns aviões americanos para derrotar tudo que Cuba tem kkk

  2. Eduardo S. Z.
    Eduardo S. Z.

    É incrível como esses ditadores são gangsters!💩

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