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Cultura woke começa a ser removida de universidades dos EUA

The Wall Street Journal afirma que as instituições norte-americanas ‘não são mais um espaço seguro para violar leis de direitos civis’

Universidade da Virgínia | Foto: Reprodução/Wikimedia Commmons

Na última semana, uma grande universidade dos EUA deu o passo inicial para remover a cultura woke de seus processos seletivos e educacionais. A Universidade da Virgínia (UVA) proibiu o uso de políticas de diversidade, equidade e inclusão, conhecidas pela sigla DEI, em faculdades em todo o Estado.

Outra prestigiada universidade, Columbia University, entrou no radar, depois que o governo de Donald Trump retirou cerca de US$ 400 milhões em financiamento na sexta-feira 7, em razão da falta de uma política efetiva para conter o antissemitismo no campus. 

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Os casos das duas universidades foram o foco de um editorial do The Wall Street Journal de sexta-feira 7. “As universidades não são mais um espaço seguro para violar leis de direitos civis”, afirma o jornal.

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No caso da UVA, o conselho universitário aprovou um plano que remove as políticas de DEI das “admissões, contratações, promoções, compensações, auxílio financeiro, bolsas de estudo, prêmios… disciplina, moradia, cerimônias de formatura e todos os outros aspectos da vida estudantil, acadêmica e no campus”. As políticas DEI levam em consideração critérios como gênero, “identidade sexual” e raça ao contratar funcionários e admitir estudantes.  

“O objetivo é garantir que a UVA cumpra a Constituição e a Lei dos Direitos Civis de 1964”, explica o WSJ. “Esta é uma grande mudança para a UVA.”

O governador republicano da Virginia, Glenn Youngkin, chamou a decisão de “um grande passo para restaurar as ideias e os pilares de Thomas Jefferson e da universidade que ele fundou, que todos são criados iguais, que não teremos discriminação ilegal, que restauraremos a oportunidade baseada no mérito”.

O mergulho da UVA na cultura woke

O WSJ afirma que a Universidade da Virgínia tem se dedicado totalmente ao DEI e lembra que em 2020, a Racial Equity Task Force da instituição pediu US$ 950 milhões para iniciativas de equidade racial. Em 2021, a UVA tinha 6,5 ​​funcionários do DEI para cada 100 professores, de acordo com um relatório de Jay Greene e James Paul da Heritage Foundation. Em março de 2024, o Open the Books relatou que a UVA estava gastando US$ 20 milhões por ano para 235 funcionários do DEI, informa o WSJ.

A decisão da UVA vem na sequência da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, de 2023, que considerou inconstitucional a política de cotas adotada por universidades norte-americanas. Os juízes entenderam que as cotas ferem a igualdade prevista na 14ª Emenda à Constituição.

Desde então, pelo menos 11 Estados, incluindo Flórida, Tennessee, Iowa e Idaho, aprovaram leis restringindo as políticas DEI. O Texas aprovou uma proibição de DEI em 2023, mas as escolas reorganizaram a equipe em posições que buscam os mesmos objetivos. A faculdade de medicina da Universidade do Texas manteve o reitor para equidade em saúde, em clara afronta à lei. 

Em 26 de fevereiro, os senadores estaduais do Texas Brandon Creighton e Paul Bettencourt disseram que bloquearão aumentos de financiamento até que as escolas se submetam à legislação.

Discriminação contra judeus

O editorial do WSJ também lembra que na sexta-feira o governo de Trump cancelou cerca de US$ 400 milhões em subsídios e contratos federais para a Columbia por não proteger os estudantes judeus da discriminação. A Columbia foi o marco zero dos protestos antissemitas no campus na primavera passada, e nesta semana os protestos eclodiram novamente na escola e no vizinho Barnard College. A polícia fez várias prisões.

“A sanção contra Columbia é um aviso a todas as escolas de que elas correm o risco de perder fundos se praticarem ou tolerarem discriminação”, afirma o jornal, e conclui: “Virginia é sábia em agir primeiro”.

Leia também: O declínio da agenda woke, reportagem publicada na Edição 239 da Revista Oeste

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7 comentários
  1. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    Tem que avisar o Tarcísio e o Prefeito Ricardo Nunes, pois a região da Consolação…suas ruas…ficaram esse ano assoladas que esses animais doentios…sexo explícito nas ruas, invasão do cemitério da Consolação para perversidades…NEM cachorro fazem isso…SÃO SERES Doentios..e perigosos devido às suas depravações.
    Mais de 30 dias desse ano os moradores decentes da região bela vista consolaçõe e em breve Higienópolis…sofrem dia e noite com essas aberraçoes ,,,
    e o Airbnb então em prédios residenciais!?! Esses degenerados fazem coito na piscina e sexo oral na sauna..
    O prefeito precisa proibir o fechamento da rua da Consolação…que façam essas depravados na Frei Caneca!

  2. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    MAGA FOREVER!!
    Cadê a expulsão e deportação dos “estudantes “ !?!
    Tá muito leve essa reação!,
    6 anos destruindo vidas, reputações e o país….
    Não podem passar incólumes.

  3. Hélio de Amorim Garcia
    Hélio de Amorim Garcia

    Governo Trump dando exemplo do que fazer para acabar com a nefasta agenda woke e o abjeto antissemitismo, que encontram guarida nas escolas e universidades que recebem verbas públicas. Excelente notícia.

  4. Eduardo Lucas Vieira
    Eduardo Lucas Vieira

    A agenda woke é uma tentativa de mudança forçada da cultura, e agora se assiste novamente como tais imposições autoritárias desmoronam, dando lugar à cultura natural.

  5. Leo Saraiva
    Leo Saraiva

    Denovo isso 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 se muda “cultura” com imposição 🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔 aguardem e veremos…….🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

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