Depois do lockdown, Inglaterra vive ‘pandemia’ de doenças mentais

Milhões de ingleses — incluindo crianças — estão sofrendo com depressão e ansiedade
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Em algumas partes da nação, o serviço de ajuda psicológica está sobrecarregado
Em algumas partes da nação, o serviço de ajuda psicológica está sobrecarregado | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Depois das restrições estabelecidas pelo governo para enfrentar a covid-19, a Inglaterra vive uma “segunda pandemia”: a de saúde mental. Atualmente, o país tem cerca de 10 milhões de pessoas — incluindo 1,5 milhão de crianças e adolescentes — na fila de espera por um tratamento especializado.

Os casos mais comuns relatados por médicos são pacientes com histórico de tentativa de suicídio, automutilação e inanição, segundo noticiou reportagem do jornal britânico The Guardian, publicada nesta segunda-feira, 21. Em algumas partes da nação, o serviço de ajuda psicológica está sobrecarregado.

Sajid Javid, ministro da Saúde do Reino Unido, reconheceu que os níveis nacionais de depressão quase dobraram desde o início da pandemia. Javid enfrenta pressões para desenvolver rapidamente um plano, de modo a responder à crescente demanda por cuidados de saúde mental na Inglaterra.

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“Com projeções mostrando que 10 milhões de pessoas na Inglaterra, incluindo 1,5 milhão de crianças e adolescentes, precisarão de apoio novo ou adicional para sua saúde mental nos próximos três a cinco anos, não é de admirar que os líderes da Saúde tenham chamado isso de segunda pandemia”, disse Matthew Taylor, executivo-chefe do “SUS” britânico, em entrevista ao The Guardian.

A Confederação do “SUS” do Reino Unido está pedindo uma expansão de unidades de atendimento psiquiátrico na Inglaterra.

Leia também: “O fracasso do lockdown”, reportagem publicada na Edição 45 da Revista Oeste

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13 comentários Ver comentários

    1. É óbvio que iria acontecer mantendo pessoas que não tem conhecimento presas e assustadas em casa
      Sem falar no resto
      Vai ser no mundo inteiro
      Se lockdown fosse essencial teríamos muito mais mortes nas favelas do Brasil

  1. Nanismo? em 2 anos de fecha tudo? isso é falta de comida.
    Aproveita e leva uns esquerdistas do Brasil para ajudar, tipo “fisófa” helena chauí que odeia a classe média, manuela, hadad e etc

  2. Além dos problemas financeiros, físicos e agora mental…. Não foi a “pandemia” foi o tranca tudo economia a gente vê depois…. Agora liberaram as máscaras e estão dizendo que vão conviver com a covid… Como uma gripe. Quem tinha razão???

  3. Imaginem aqui o desastre em termos psicológicos, pois só se fala em mascara, vacina, passaporte, restrições, e mascara, vacinas, passaporte e restrições…e só se fala em pandemia. Se em um país onde há uma preocupação legítima do governo em aceitar o óbvio que é a existência da peste chinesa, onde terão de conviver com o vírus sem impactar na liberdade das pessoas, o que acontecerá com o psicológico das pessoas ( menos os lambe botas do socislismo) onde se deixa claro que viveremos eternamente em quarentena?

  4. E agora José, e agora José, José para onde? Vocês que sabiam e sabem tudo, querem abrir a porta e morrer no mar, mas o mar secou, não existe porta e agora José para onde? Vamos ter hordas de zumbis vagando pelas ruas, a meta dos criminosos vendedores de vacinas começou a ser atingida, vem mais remédios para curar loucos .

    1. Criminosos de vacinas ,leia -se: imprensa militante, indústria farmacêutica e infectolofistas querendo seus 15 min de fama! Cambada de FDP! Toda regra tem exceção, claro.

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