Em meio ao agravamento das sanções econômicas dos EUA contra Cuba, Miguel Díaz-Canel, ditador cubano, declarou publicamente que seu governo está pronto para negociar com Washington. No entanto, condicionou qualquer diálogo à ausência de pressões externas e à garantia de respeito mútuo e igualdade entre as partes.
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Essas afirmações foram feitas em rede nacional de televisão, logo depois do bloqueio dos embarques de petróleo da Venezuela para Cuba, que historicamente sustentam o regime da ilha. Díaz-Canel reforçou que “o diálogo não pode ser sob pressões” e acrescentou: “O diálogo tem que ser em condições de igualdade, de respeito”, afirmou o presidente.
Reações dos Estados Unidos e novos desdobramentos
O ditador cubano ainda ressaltou que não aceitará tentativas de interferência nem imposições durante as tratativas. “E tudo isso vamos denunciar. E sem medo”, disse Díaz-Canel. “Nós sim temos a convicção de que temos que sair dos nossos problemas por nós mesmos, com nosso talento e com a coragem dos cubanos.”
Poucas horas antes do pronunciamento de Díaz-Canel, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o início de negociações com integrantes do alto escalão cubano. “Estamos falando com as mais altas esferas de Cuba. Vamos ver o que acontece”, declarou Trump. “Acho que vamos chegar a um acordo com Cuba.”
O exemplo de Venezuela
Essas manifestações de Trump ocorreram depois da detenção de Nicolás Maduro por agentes norte-americanos, em 3 de janeiro, e o corte definitivo do petróleo venezuelano enviado a Cuba. O presidente norte-americano reiterou que, sem esse suporte, “Cuba não poderá sobreviver” e classificou o país como uma “nação fracassada” à beira do colapso.
No último sábado, 31, Trump também respondeu às preocupações da presidente do México, Claudia Sheinbaum, sobre uma eventual crise humanitária provocada pela interrupção do fornecimento de petróleo à ilha.
“Não tem por que haver uma crise humanitária. Acho que provavelmente virão até nós e vão tentar negociar. Assim, Cuba será livre novamente. Virão até nós e farão um acordo”, declarou Trump.
Delegação de Cuba estaria em negociação secreta com os EUA
No mesmo contexto, surgiram informações, ainda não confirmadas, de que uma delegação cubana liderada pelo general Alejandro Castro Espín teria participado de reuniões no México com um integrante do alto escalão da Agência Central de Inteligência (CIA).
O objetivo seria buscar alternativas para resolver a crise bilateral e negociar o desbloqueio de US$ 133 milhões depositados em uma conta relacionada a remessas de emigrantes cubanos, valores que poderiam ser usados para aquisição de combustível.
Uma fonte próxima às negociações afirmou que “estão conversando sobre tudo”, dando a entender que os temas tratados abrangem diversas possibilidades em busca de solução.
Enquanto isso, a Secretaria de Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado dos EUA exigiu que as autoridades cubanas parem imediatamente com ações repressivas. “O regime ilegítimo cubano deve cessar imediatamente seus atos repressivos de enviar pessoas para interferir na atividade diplomática do encarregado de negócios Hammer”, afirmou o órgão, em postagem no X.
A secretaria acrescentou que “nossos diplomatas continuarão reunindo-se com o povo cubano, apesar das tentativas fracassadas de intimidação do regime”.






































Esse jumento desvairado, está totalmente sem rumo, e rosnando asneiras.
Não acreditam que haja uma concessão para esse energúmeno, que não envolva a democracia….