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Estado de Nova York aprova legalização da maconha

A nova regra permite que pessoas com mais de 21 anos comprem Cannabis e cultivem plantas para consumo pessoal

The NYC Cannabis Parade happening on Saturday, May 6, 2017; is a four-decade old original New York City tradition, part of the city's classic heritage of cutting-edge progressive movements and protest advocacy. The Global Marijuana March (GMM) was born in New York City as the first annual pro-cannabis event and since expanded to hundreds of different cities in dozens of countries worldwide taking place in hundreds of cities around the world on the first Saturday of every May since 1999.

Nova York aprovou ontem, terça-feira 30, uma iniciativa que legaliza o uso recreativo da maconha. “Esta legislação histórica oferece justiça às comunidades há muito marginalizadas, promove uma nova indústria que fará crescer a economia e estabelece garantias de segurança substanciais para as pessoas”, afirmou o governador Andrew Cuomo, em comunicado. Com a aprovação da lei, endossada pelas duas câmaras estaduais, onde os democratas detêm a maioria, Nova York se juntará a outros 14 Estados norte-americanos — mais o Distrito de Colúmbia — que já permitem o uso da Cannabis.

A nova regra permite que pessoas com mais de 21 anos cultivem a planta para consumo pessoal, com a contrapartida de que parcelas dos fundos arrecadados sejam destinadas para tratamento e educação contra drogas. Um programa existente para o uso medicinal da maconha também será expandido. Além disso, Nova York extinguirá automaticamente os registros de pessoas anteriormente condenadas por crimes relacionados à maconha. A lei eliminará ainda multas por porte de até 85 gramas da droga, o novo limite de porte pessoal. O projeto tem duração estimada de dois anos para ser totalmente implementado e exigirá imposto estadual de 9% à venda de Cannabis e tributo local de 4%.

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Leia também: “Weintraub é condenado por dizer que universidades cultivam maconha”

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3 comentários
  1. Silas Veloso
    Silas Veloso

    Maconha, cocaína, ecstasy e Lsd precisam ser liberados. Pelo direito d escolha individual e segurança pública. Drogas pesadas não: heroína, crack, metanfetaminas e adjacências não. É preciso disponibilizar locais públicos adequados, evitando constrangimentos d quem usa e quem não

  2. Fernando Garcia de Souza
    Fernando Garcia de Souza

    Segue o caminho do fundo do poço…lamentável

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