Estudo mostra alta eficácia da vacina da Janssen contra variante delta

Dados ainda não foram revisados por pares ou publicados em uma revista científica
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Vacinação no Distrito Federal | Foto: Vinicius de Melo/Agência Brasília
Vacinação no Distrito Federal | Foto: Vinicius de Melo/Agência Brasília

A vacina contra a covid-19 da Janssen, do grupo Johnson & Johnson, é altamente eficaz na prevenção de quadros graves e morte em virtude da variante delta do coronavírus, de acordo com dados divulgados na sexta-feira 6 a partir de um ensaio clínico na África do Sul.

Os resultados com quase 480 mil profissionais de saúde marcam o primeiro teste no mundo real da vacina de dose única da J&J contra a mutação, e apoiam um pequeno estudo de laboratório que a empresa divulgou no mês passado mostrando boa proteção contra a cepa.

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O estudo sul-africano descobriu que a vacina tem eficácia de até 71% contra a hospitalização pela variante delta, 67% contra a hospitalização pela variante beta, e até 96% contra a morte. Os dados ainda não foram revisados por pares ou publicados em uma revista científica.

“A vacina funcionou muito bem na África do Sul e protege contra quadros graves e morte. Todas as respostas imunológicas que vimos indicam uma resposta boa, imediata e sustentada contra a variante delta e vemos uma durabilidade surpreendente na resposta imunológica de até oito meses, afirmou Glenda Gray, uma das principais pesquisadoras do estudo.

Os resultados provavelmente serão adicionados a um debate contínuo sobre as doses de reforço, tendo como pano de fundo outro estudo que sugeriu que a vacina J&J pode não oferecer proteção forte contra a variante delta. O Departamento de Saúde Pública de São Francisco e o Hospital Geral e Centro de Trauma Zuckerberg de São Francisco disseram no início desta semana que ofereceriam doses de reforço de injeções da Pfizer ou da Moderna para pessoas que receberam injeção de dose única da Janssen.

A Johnson & Johnson deve divulgar dados sobre a eficácia de duas doses de sua vacina nas próximas semanas.

Com informações do Estadão Conteúdo

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6 comentários

    1. Gostaria muito de acreditar ao mesmo tempo não compreendo como pode uma vacina experimental ter eficácia para uma variante ainda “desconhecida” . Se não estar provando se eficiente para cepa atual, observe o comentário da Patrícia Actis, em relação aos danos causados por essa vacina.

  1. Tudo mentira. O pessoal parece idiota, é uma mentira após outra e todo mundo esquece de tudo. As vacinas eram a solução para vencer a doença e hoje em dia o grupo que mais fica doente e mais transmite a doença são os vacinados. Isso é fato. Centenas de milhares de pessoas estão morrendo por causa dessas vacinas experimentais com RNA mensageiro e muitas mais ficarão aleijadas ou desenvolverão câncer nos próximos anos. Mas as ovelhas não querem saber de nada, querem apenas seguir o rebanho até caírem no precipício. Vejam thecovidblog.com e https://americasfrontlinedoctors.org/

  2. Se estivermos com boa saúde, com o sistema imunológico “funcionando” bem, nos conferem melhores números de proteção que o apresentado na matéria.

  3. A dicotomia “informação x desinformação” parece nunca acabar nessa pandemia.
    E nós pobres mortais pulando e pirando de um lado para outro.

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