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EUA celebram 1ª Semana do Anticomunismo

A programação visa a lembrar as vítimas dos regimes comunistas e alertar sobre as ameaças autoritárias atuais

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O presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: Divulgação/Casa Branca

O governo dos Estados Unidos concluiu, nesta quinta-feira, 13, a primeira Semana do Anticomunismo, cujo objetivo foi lembrar os 100 milhões de pessoas mortas sob regimes comunistas. O presidente Donald Trump formalizou a inciativa em proclamação divulgada na quinta-feira 7, mesma data do Dia Nacional das Vítimas do Comunismo.

No texto, Trump explicou que a proposta busca marcar a memória das vítimas de ideologias totalitárias, recordando os impactos do comunismo, instaurado nacionalmente pela primeira vez em 1917, na Rússia, diante da Revolução Bolchevique, liderada por Vladimir Lenin. O documento também cita as bases teóricas do comunismo, formuladas no Manifesto Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels, em 1848.

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A proclamação aponta práticas comuns de regimes comunistas, como a destruição de estruturas familiares, eliminação de valores tradicionais e a repressão de crenças religiosas. Trump prestou homenagem àqueles que foram “tomados por regimes que buscavam apagar a fé, suprimir a liberdade e destruir a prosperidade conquistada com trabalho árduo, violando os direitos e a dignidade dados por Deus”.

O presidente dos EUA frisou que, ao lembrar as vítimas, há o compromisso de manter a resistência ao comunismo e de defender princípios de liberdade e dignidade humana. “Ao honrarmos sua memória, renovamos nossa promessa nacional de resistir firmemente ao comunismo, defender a causa da liberdade e do valor humano, e afirmar novamente que nenhum sistema de governo pode substituir a vontade e a consciência de um povo livre”.

O pronunciamento de Trump mencionou avanços desde o fim da União Soviética, em 1991, que marcou o fim da Guerra Fria, mas adverte sobre a permanência de ameaças autoritárias. “Novas vozes repetem velhas mentiras, disfarçando-as na linguagem de ‘justiça social’ e ‘socialismo democrático’, mas a mensagem continua a mesma: abra mão da sua liberdade, confie no poder do governo e troque a promessa de prosperidade pelo conforto vazio do controle.”

Segundo a proclamação, estratégias como campanhas de desinformação, polarização política e manipulação de movimentos servem para difundir mensagens pró-comunismo em sociedades ocidentais. Exemplos de manifestações recentes incluem faixas e cartazes comunistas observados durante a Convenção Nacional Democrata de 2024, em Chicago.

Militantes da ideologia comunista defendem abolir a propriedade privada e dissolver estruturas sociais vigentes, reiterando ideias de que a desordem política seria necessária para instaurar nova ordem. Slogans alegadamente a favor dos trabalhadores visam a angariar apoio, mas a história aponta para o desenvolvimento do totalitarismo em todo regime em que essas ideias dominaram.

EUA celebram 1ª Semana do Anticomunismo
Secretário do Partido Comunista dos EUA, Chris Helali, ao lado da ativista Greta Thunberg | Foto: Reprodução/X

Entidade dos EUA apoia proclamação anticomunismo

Cerca de 1,5 bilhão de pessoas vivem atualmente sob governos comunistas em cinco países: China, Cuba, Laos, Coreia do Norte e Vietnã. Na China, o Partido Comunista impõe controle rígido desde 1949, utilizando prisão, assassinato e outras práticas repressivas para manter o poder. Cristãos, gays e outras minorias cuja existência destoe dos padrões de Pequim são brutalmente reprimidas.

“Honramos as vítimas da opressão mantendo viva sua causa e garantindo que o comunismo e qualquer sistema que negue os direitos à vida, liberdade e busca da felicidade sejam relegados ao lixo da história”, conclui a proclamação de Trump.

Entre as entidades aliadas, a Victims of Communism Memorial Foundation, com sede na capital dos EUA, Washington, defende um mundo “livre da falsa esperança” do comunismo. “O comunismo sempre foi, e sempre será, incompatível com a liberdade, a prosperidade e a dignidade da vida. Lembramos que, embora sempre prometa igualdade e libertação, só tirou das pessoas seus direitos e liberdades mais básicos”.

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