Fernández torna públicos documentos sigilosos da inteligência argentina

Dados de milhares de agentes foram divulgados pelo governo
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O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a vice-presidente Cristina Kirchner | Foto: DIVULGAÇÃO/INSTAGRAM/ALBERTO FERNÁNDEZ
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a vice-presidente Cristina Kirchner | Foto: DIVULGAÇÃO/INSTAGRAM/ALBERTO FERNÁNDEZ | O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a vice-presidente Cristina Kirchner | Foto: DIVULGAÇÃO/INSTAGRAM/ALBERTO FERNÁNDEZ

Dados de milhares de agentes foram divulgados pelo governo

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O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a vice-presidente Cristina Kirchner
Foto: Divulgação/Instagram/Alberto Fernández
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O presidente Alberto Fernández permitiu que a interventora da Agência Federal de Inteligência da Argentina (AFI), Cristina Liliana Caamaño, publicasse no site da entidade 3.850 resoluções sigilosas da AFI. Constam na papelada nomes de agentes secretos, seus números de documentos, postos e locais de lotação. Para justificar a medida tomada na sexta-feira 25, o governo peronista alegou que está dando mais “transparência” às atividades do órgão. O caso já é considerado pela imprensa local o maior escândalo do novo governo. E a situação pode ficar mais complicada, porque a AFI possui vínculos com agências de inteligência de outros países, cujos profissionais atuam no país.

Leia também: “PIB da Argentina tem a pior queda da história”

A inteligência argentina tem sido alvo de críticas da vice-presidente Cristina Kirchner. Em 2014, por exemplo, ela alimentou uma disputa interna dentro da precursora da AFI, a extinta Side. A disputa entre os espiões a serviço da família Kirchner com os outros profissionais levou a uma série de vazamentos e denúncias de espionagem ilegal. Agora, conforme ela, o ex-presidente Maurício Macri utilizou a agência para espionar pessoas ligadas à oposição. Por isso indicou ao presidente Fernández uma pessoa de confiança para chefiar a AFI. Cristina Caamaño é militante peronista declarada e sempre defendeu uma “justiça pró-governo de esquerda”.

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10 comments

  1. Que triste, como que os argentinos puderam eleger essas pessoas comunistas, todos sabem da qualificação dessa gente e onde eles colocam as mãos destroem. Malditos comunistas.

  2. Um crime de lesa pátria sem paralelo em nenhum país civilizado. Desmantelar a estrutura governamental de inteligência é um crime de conspiração contra o Estado. O objetivo é impedir qualquer oposição ao país monstruoso que mesma a Argentina se transformou sob o arbítrio de Fernandez e Kirchner: um horror globalista de miséria, morte e degradação moral total. Nunca nos esqueçamos de q é isso q nós espera se formos estúpidos o suficiente para votarmos na esquerda de novo. Não duvidem, a grande guerra do século 21 é a necessidade de destruirmos o comunismo.

    1. Acho que nosso ponto de comparação é a prisão de um povo na Ilha de Cuba, Argentina e Venezuela apenas são vítimas do Foro de São Paulo criado para favorecer o PCC, Partido Comunista Cubano.

  3. E aí argentuns? Chupa! Bem feito terem escolhido errado! E não queremos exodos em massa pra encher
    os hospitais brasileiros. O Brasil não deve pagar pelas cagadas que los hermanitos fazem em sua
    própria terra! Vão se lascar sô! Acordaram com o capeta dolado, agora aguenta!
    Chupa! Chupa! Chupa! Chupa! e Chupa!

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