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Forças Armadas dos EUA bombardeiam alvos militares no Irã

Ataques norte-americanos destruíram barcos e postos de mísseis em ação de autodefesa no Estreito de Ormuz

Trump observa o Salão Oval, na Casa Branca, em Washington, DC, EUA - 30/1/2026 | Foto: Kevin Lamarque/Reuters
Trump observa o Salão Oval, na Casa Branca, em Washington, DC, EUA - 30/1/2026 | Foto: Kevin Lamarque/Reuters

Caças das Forças Armadas dos EUA destruíram embarcações e bases de mísseis do Irã nesta segunda-feira. O Comando Central norte-americano (Centcom) classificou a investida como uma ação de autodefesa para resguardar a integridade das tropas instaladas na região. O bombardeio ocorreu no sul do território iraniano, perto do Estreito de Ormuz.

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O ataque liquidou dois navios da Guarda Revolucionária que espalhavam minas explosivas na água. Os aviões de guerra de Washington também pulverizaram uma base de mísseis antiaéreos instalada na cidade portuária de Bandar Abbas. O posto de defesa do regime de Teerã havia mirado as aeronaves norte-americanas pouco antes da retaliação.

Explosões abalam cidades litorâneas

O bombardeio causou estrondos fortes e assustou moradores de cidades da costa iraniana. Populares relataram detonações nas proximidades dos municípios de Sirik e Jask. Os militares da potência ocidental vigiavam o movimento de navios do país persa quando flagraram a tentativa de fechar o corredor marítimo com as minas.

O porta-voz do Centcom, capitão Tim Hawkins, declarou que o Exército utilizou a força de maneira moderada. O governo norte-americano garantiu que a ação armada já terminou e os navios patrulham a área em estado de alerta.

Acordo de cessar-fogo continua de pé

As autoridades dos Estados Unidos afirmaram que o ataque cirúrgico não significa o fim do pacto de trégua assinado com Teerã. O governo de Washington quer conter as provocações das forças paramilitares sem iniciar um conflito aberto de grandes proporções no Oriente Médio.

Os iranianos tentam minar o Estreito de Ormuz para travar a navegação de petroleiros e cargueiros de nações aliadas dos norte-americanos. A Casa Branca mantém os navios de guerra posicionados na região por causa da instabilidade política com os países vizinhos.

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