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França eleva ao nível máximo alerta de terrorismo

O país europeu ativou o nível 3 do plano se segurança nacional depois de ataque terrorista em Moscou

Vista panorâmica de Paris, França
O nível máximo de segurança é ativado depois de um ataque terrorista na França ou no exterior | Foto: Divulgação/Freepik

A França elevou neste domingo, 24, o alerta de terrorismo no país. Trata-se de uma medida protetiva depois do ataque terrorista do Estado Islâmico em uma casa de shows em Moscou, na Rússia. Ao menos 137 pessoas morreram e 152 ficaram feridas no tiroteio.

A decisão foi tomada em uma reunião do Conselho de Defesa e Segurança Nacional, que foi convocada pelo presidente francês, Emmanuel Macron. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, Gabriel Attal.

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“Dada a reivindicação de responsabilidade do Estado Islâmico pelo ataque e as ameaças que pesam sobre o nosso país”, afirmou Attal, em postagem no Twitter/X, “decidimos elevar o plano Vigipirate [sistema de alerta do país] ao seu nível mais alto: ataque de emergência.”

O plano Vigipirate é uma medida permanente de vigilância e prevenção de possíveis ataques terroristas. O sistema tem três fases. Desde janeiro, a França estava operando com a fase 2, o que representa segurança reforçada devido ao risco de atentado.

O nível máximo é ativado depois de um ataque terrorista na França ou no exterior. O plano estabelece medidas excepcionais ao redor do país, como o patrulhamento intensivo em locais públicos.

França adotou medida rígida de segurança depois de ataque terrorista na Rússia

Uma casa de shows foi alvo de um ataque terrorista em Moscou, na Rússia, na última sexta-feira, 22. O Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo atentado, que deixou 137 pessoas mortas e 152 feridas na Crocus City Hall.

A polícia prendeu 11 suspeitos de executarem o ataque, incluindo quatro atiradores. O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que os suspeitos foram capturados enquanto tentavam fugir para a Ucrânia. Kiev, por sua vez, negou qualquer tipo de envolvimento no crime.

Leia mais: “Faixa de Gaza: Israel afirma que 17% dos trabalhadores de agência da ONU são terroristas”


Gabriel de Souza é estagiário da Revista Oeste em São Paulo. Sob a supervisão de Anderson Scardoelli

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