Globalismo, uma ideia cretina

Este ano de 2020 está sendo realmente uma desgraça para o globalismo – a tentativa de construir um mundo sem fronteiras, sem governos e mais ou menos sem países, livre…
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ITA - ITÁLIA/CORONAVÍRUS - INTERNACIONAL - Visão geral da Galleria Vittorio Emanuele, em Milão, na Itália, que está deserta e com   suas lojas fechadas devido à pandemia do Covid-19, transmitido pelo coronavírus, nesta   terça-feira, 17.     17/03/2020 - Foto: CLAUDIO FURLAN/LA PRESSE/DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO
ITA - ITÁLIA/CORONAVÍRUS - INTERNACIONAL - Visão geral da Galleria Vittorio Emanuele, em Milão, na Itália, que está deserta e com suas lojas fechadas devido à pandemia do Covid-19, transmitido pelo coronavírus, nesta terça-feira, 17. 17/03/2020 - Foto: CLAUDIO FURLAN/LA PRESSE/DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO

Este ano de 2020 está sendo realmente uma desgraça para o globalismo – a tentativa de construir um mundo sem fronteiras, sem governos e mais ou menos sem países, livre do capitalismo e dirigido sabiamente por um condomínio de burocratas bem pagos de organizações internacionais (com estabilidade plena no emprego e aposentadoria integral), celebridades de esquerda como a ex-presidente chilena Michelle Bachelet e financistas bilionários. Primeiro foi a saída da Inglaterra da União Europeia, já em fevereiro – somos britânicos, decidiu a maioria do eleitorado, e não europeus, nem “cidadãos do mundo”. Agora vem esse coronavírus.

Na Itália, as autoridades locais da Toscana e do Lazio, num acesso de globalismo em modo extremo, lançaram o lema: “Abrace um chinês”. Hoje, com 3.000 mortos desde o início da epidemia, não se ouve mais um pio sobre essas fantasias de paz e amor entre os povos. Num dia só, ontem, morreram 475 pessoas na Itália, coisa que não aconteceu nem na China. Ideias cretinas são um perigo real. Podem matar pessoas.

Galeria Vittorio Emanuele, em Milão, na Itália, está deserta e com suas lojas fechadas devido à pandemia da covid-19  – Foto: CLAUDIO FURLAN / LA PRESSE / DIA ESPORTIVO / ESTADÃO CONTEÚDO
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9 comentários Ver comentários

  1. É bem isso Guzzo, o mundo está colhendo o que plantou. As fronteiras abertas proporcionaram a chegada de imigrantes que não possuem interesse em assimilar a cultura do país escolhido, trouxeram a segregação e, junto, vieram extremistas. A pandemia iniciada na China Comunista, fechada e controladora, sem transparência, colocou o mundo e a economia de joelhos, agora eles saem comprando tudo! Como fica?

  2. Embora “Imagine”, música do Lennon pregue essa fraternidade, sabemos ser impossível.
    A utopia de um mundo só, sem fronteiras ou barreiras, esbarra na cultura, costumes e modo de ida de cada estado / país.
    Se, cada individuo é um mundo, impossuível generalizar os povos.

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