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Hamas critica sanções dos EUA contra relatora da ONU, Francesca Albanese

Grupo diz que punição enfraquece o direito internacional e encoraja crimes em Gaza

Francesca Albanese
A relatora da ONU para a Palestina, Francesca Albanese | Foto: Reprodução/ X

O grupo terrorista Hamas condenou, nesta sexta-feira, 11, as sanções impostas pelos Estados Unidos à relatora da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Palestina, Francesca Albanese. Em nota, o grupo afirmou que a medida é “uma expressão flagrante do preconceito da gestão dos EUA em relação aos crimes de guerra sionistas”.

“As medidas punitivas adotadas pelos Estados Unidos contra instituições e indivíduos que desempenham seu papel profissional e moral na guerra de extermínio na Faixa de Gaza, mais recentemente Albanese, minam os fundamentos do direito internacional e humanitário”, diz ainda o comunicado.

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Nesta quinta-feira, 10, Albanese também comentou a notícia de que sofreria sanções dos EUA. “Os poderosos punindo aqueles que falam pelos fracos, não é sinal de força, mas de culpa”, publicou em seu perfil no X.

Albanese, de nacionalidade italiana, é relatora especial da ONU para os direitos humanos nos Territórios Palestinos. Ela acusa Israel de crimes de guerra, incluindo “genocídio” em Gaza.

Hamas diz que EUA de encorajam ataques de Israel

Hamas afirmou ainda que as sanções “encorajam” os líderes de Israel a seguir com seus “crimes brutais” em Gaza. O grupo, no entanto, omite os ataques terroristas cometidos por eles mesmos em ataques de 7 de outubro de 2023, que deram início ao conflito.

Leia mais: “Israel diz ter eliminado 6 líderes das forças navais do Hamas em operações em Gaza”

Na quarta-feira 9, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou as sanções contra Albanese. Ele a acusou de “antissemitismo flagrante” e de promover uma “campanha” contra Israel.

“A campanha política e econômica de Albanese contra os Estados Unidos e Israel não será mais tolerada”, publicou Rubio no X. “Sempre apoiaremos nossos parceiros em seu direito à autodefesa.”

As sanções seguem ordem executiva assinada em fevereiro pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que permite bloquear bens e revogar vistos de pessoas que cooperem com investigações do Tribunal Penal Internacional (TPI) sobre Israel.

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2 comentários
  1. FRANCISCO FERREIRA
    FRANCISCO FERREIRA

    Terroristas não tem credibilidade e tampouco podem exigir respeito a começar pelos métodos covardes e perversos que utilizam.

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