publicidade
Mundo

Hungria assume presidência da União Europeia

Viktor Orbán, primeiro-ministro do país, alcança o posto com o lema 'Tornar a Europa grande novamente'

Primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, assume a presidência da União Europeia
Viktor Orbán tem relações próximas com Moscou | Foto: European People's Party/Flickr

A Hungria assumiu, nesta segunda-feira, 1º, a presidência temporária da União Europeia (UE). O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, adotou o lema “Tornar a Europa grande novamente”, inspirado no ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump. O premiê é conhecido por seus confrontos frequentes com o comando do bloco.

+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste

Receba nossas atualizações

A presidência do conselho da UE é rotativa entre os governos dos Estados membros. Cada país assume o posto por seis meses. A Bélgica esteve à frente do bloco no primeiro semestre de 2024. A Polônia será a próxima a assumir a presidência, a partir de janeiro de 2025.

O país que ocupa a presidência lidera as reuniões do Conselho da UE, um dos principais órgãos decisórios da Europa. Também tem a responsabilidade de negociar consensos entre os membros e moderar acordos legislativos com o Parlamento Europeu.

União Europeia elege novo Parlamento

Plenária do Parlamento Europeu, órgão legislativo da União Europeia
Plenária do Parlamento Europeu, órgão legislativo da União Europeia | Foto: Divulgação/UE

Em 9 de junho, a UE elegeu um novo Parlamento. Analistas consideram que as ações de da Hungria serão limitadas durante essa transição, apesar de muitos parlamentares compartilharem a ideologia de Orbán.

“Haverá apenas uma pequena influência na agenda legislativa”, disse Pavel Havlicek, pesquisador da Associação para Assuntos Internacionais, à agência de notícias Reuters. “Isso começa muito mais tarde, possivelmente no final do ano, possivelmente no início do próximo ano.”

Leia também:

Entre as prioridades da Hungria está a promoção da adesão dos países dos Bálcãs à UE: Albânia, Bósnia e Herzegovina, Montenegro, Macedônia do Norte e Sérvia. Orbán também defende o combate à migração ilegal e o fortalecimento da competitividade econômica do bloco.

Mesmo com uma atuação prevista como restrita, Bruxelas apressou-se em impor novas sanções à Rússia e avançar nas negociações para a adesão da Ucrânia à UE. As medidas contrastam com a posição de Orbán, que mantém relações próximas com Moscou.

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade