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Inflação na Argentina em 2022 deve ultrapassar 65%

Dados são do Banco Central

inflação argentina 2023
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a vice-presidente, Cristina Kirchner, durante a posse presidencial - 10/12/2019

A inflação na Argentina deve fechar em mais de 65% neste ano, informou relatório do Banco Central do país. Divulgado no fim do mês passado, o documento mostrou que a inflação em abril fechou em pouco mais de 5,5%.

Caso as projeções da autoridade monetária se confirmem, serão 15 pontos acima dos registrados em 2021 — a maior variação anual desde 1991. Além disso, a inflação virá acima dos 55% esperados pelo Banco Central em janeiro.

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Na América do Sul, a Argentina só perde para a Venezuela no ranking regional de inflação, de acordo com levantamentos do Fundo Monetário Internacional e da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe. Não há perspectiva de mudança no curto prazo.

Inflação na Argentina escancara fracasso do populismo

Os dados mostram que as políticas econômicas dos peronistas Alberto Fernández e Cristina Kirchner não estão dando certo. Desde o início da pandemia de covid-19, a dupla impôs o lockdown mais duradouro do mundo, aumentou o mínimo e congelou preços de milhares de produtos da cesta.

O Instituto para o Desenvolvimento Social da Argentina calcula que, dos 46 milhões de argentinos, 40% se situam na classe média, mas só metade dessa parcela está na chamada “classe média acomodada”, com salários acima do equivalente a R$ 15 mil por mês e poupança em dólar.

Leia também: “O eterno flerte com o suicídio”, reportagem publicada na Edição 68 da Revista Oeste

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9 comentários
  1. Ricardo Contieri
    Ricardo Contieri

    O mundo será governado por IDIOTAS, simplesmente porque eles são a Maioria…

  2. Cleber Maciel Cunha
    Cleber Maciel Cunha

    Escolher seus governantes por crença, simpatia ou por pura estupidez, dá nisso, o infalivelmente.

  3. Antonio Carlos Nobiling Schnitzlein
    Antonio Carlos Nobiling Schnitzlein

    Será que a nossa esquerda vai entender que não há como manter a inflação baixa em um país socialista? Esperem só para ver a inflação do Chile, da Venezuela se eles publicarem. Não há como alimentar o desejo de espalhar boa vida” sem que todos, e eu repito todos em idade de produzir, trabalhem.
    A Venezuela, com a segunda maior reserva de petróleo do mundo para manter o preço da gasolina baixo, quebrou a PDVSA sua companhia de petróleo. O Brasil escapou disso quando o PR deixou a Petrobras praticar preços de mercado, o que evidentemente, gerou inflação, mas a maior “inflação” foi gerada pela expectativa de inflação que foi inflada pelo aumento da gasolina (QUE AGORA O CONGRESSO NÃO DEIXA BAIXAR POR CONTA DAS ELEIÇÕES – AABBSSUURRDDOO)

  4. Didi
    Didi

    Se os Brasileiros quiserem que isso que esta acontecendo com a Argentina e Venezuela aconteça aqui no Brasil é só votar nos vermelhos..

  5. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    O socialismo e o peronismo vêm destruindo a Argentina há décadas.

  6. Walter Cesar Gomes
    Walter Cesar Gomes

    Infelizmente o Peronismo/esquerdismo, acostumou mal boa parte da população: O estado tudo provê.

    Memória curta…

  7. João Mário
    João Mário

    O que o Brasil tá esperando para anexar essa pobre argentina. Ah, não tem o poder que a Rússia tem. Bem que a anexação seria a salvação do povo trabalhador da Argentina. Uma pena que o povinho não soube votar.

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