Inglaterra anuncia fim do isolamento para pessoas com covid

'A covid não desaparecerá e precisamos conviver com esse vírus sem restringir nossas liberdades', disse o primeiro-ministro
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Mais detalhes serão anunciados pelo primeiro-ministro, Boris Johnson, nesta segunda-feira, 21
Mais detalhes serão anunciados pelo primeiro-ministro, Boris Johnson, nesta segunda-feira, 21 | Foto: Reprodução

A Inglaterra anunciou que, a partir da próxima semana, as pessoas com covid-19 não serão obrigadas a se autoisolar. A medida faz parte do plano “Viver com Covid”, do governo do Reino Unido.

A exigência de isolamento por pelo menos cinco dias depois de um teste positivo de covid-19 será substituída por medidas consultivas. Assim, a covid será tratada como uma gripe, à medida que se torna endêmica.

O novo plano prevê vacinas e tratamentos para manter o vírus sob controle, embora o governo tenha dito que “os sistemas de vigilância e as medidas de contingência serão mantidos” se necessário.

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“A covid não desaparecerá e precisamos aprender a conviver com esse vírus e continuar a nos proteger sem restringir nossas liberdades”, disse o primeiro-ministro, Boris Johnson, em entrevista à BBC, no domingo 20.

Fim das restrições

O premiê disse que acabar com todas as restrições legais impostas para conter a propagação do vírus permitirá que as pessoas “se protejam sem restringir nossas liberdades”. Ele deve apresentar detalhes do plano no Parlamento nesta segunda-feira, 21.

“Não estou dizendo que devemos jogar a cautela ao vento, mas agora é o momento de todos recuperarem sua confiança”, disse Johnson.

“Chegamos a um estágio em que achamos que você pode mudar o equilíbrio da obrigatoriedade do Estado em favor do incentivo à responsabilidade pessoal.”

O governo de Johnson suspendeu a maioria das restrições em janeiro, descartando passaportes de vacinas e encerrando a obrigatoriedade de máscaras na maioria dos locais, exceto hospitais. Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, que estabelecem suas próprias regras de saúde pública, também flexibilizaram as medidas, embora mais lentamente.

Uma combinação de altas taxas de vacinação no Reino Unido e a variante Ômicron significaram que o alívio das restrições não levou a um aumento nas hospitalizações e mortes. Ambos estão caindo.

Na Inglaterra, 85% das pessoas com 12 anos ou mais receberam duas doses de vacina e quase dois terços receberam a dose de reforço. Agora, o governo afirmou que removerá “todos os regulamentos restantes da covid que restringem as liberdades públicas”, como parte de um “afastamento da intervenção do governo para a responsabilidade pessoal”.

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7 comentários Ver comentários

  1. O problema do Brasil e grande parte do mundo é que políticos, lobistas de vacinas e o Consórcio Midiático Vermelho, quiseram fazer das vacinas uma necessidade e para isso instituíram o terror como instrumento para gerar pânico na população.
    Agora tem que manter essa farsa para não assumirem que os tais “negacionistas” tinham razão, que tudo não passou de um grande teste para controle social, outro problema é que eles gostaram do autoritarismo, vide os pseudos ditadores/prefeitos/governadores.
    Agora pensam numa forma de retomar a liberdade sem assumirem o crime, por isso o controle das mídias sociais e qualquer veículo ou pessoa que os denunciem…
    Dito isso, se as urnas não forem sabotadas, o povo mostrará de que lado está.

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