Depois dos ataques lançados pelos Estados Unidos e Israel neste sábado, 28, o espaço aéreo sobre o Irã ficou deserto, de acordo com registros do FlightRadar. Empresas aéreas cancelaram voos com rotas que cruzariam a região, em meio à tensão internacional.
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A ofensiva ocorreu na sequência de semanas de diálogo entre autoridades norte-americanas e iranianas. Elas buscavam um acordo para restringir ou encerrar o programa nuclear do Irã.
O presidente Donald Trump declarou que a intenção é “defender o povo norte-americano”, enquanto militares dos EUA alertaram que a operação pode se estender por vários dias. O Pentágono descreveu a ação como uma “fúria épica”.
Israel amplia medidas de segurança depois dos ataques

Israel, por sua vez, acionou alarmes em diversas áreas, fechou seu espaço aéreo, suspendeu aulas e recomendou que a população evitasse deslocamentos.
Este é o segundo ataque dos Estados Unidos ao Irã em menos de um ano. Em junho de 2025, forças norte-americanas bombardearam instalações nucleares iranianas em apoio a Israel, que estava em conflito com o país.
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A relação entre Estados Unidos e Irã permanece marcada pela desconfiança. A mais recente rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano aconteceu em Genebra, na Suíça, na última quinta-feira, 26, com representantes dos EUA classificando o encontro como positivo e prevendo nova reunião para a próxima segunda-feira, 2.
Negociações entre EUA e Irã e impasses nucleares
Washington pressiona o Irã para interromper o enriquecimento de urânio, temendo a construção de armas nucleares. Teerã insiste que a iniciativa tem fins pacíficos e é voltada à geração de energia.
Os EUA também buscam limitar o alcance dos mísseis balísticos iranianos e o apoio a grupos armados no Oriente Médio, segundo relatos da mídia local.
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Já o Irã sinalizou disposição para restringir seu programa nuclear e reduzir o enriquecimento de urânio, desde que haja a suspensão de sanções. Em resposta à ofensiva, o regime iraniano prometeu uma reação “feroz” diante de qualquer ataque norte-americano, mesmo que limitado, e ameaçou atingir bases militares dos EUA na região.
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