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Israel critica resolução do Conselho de Segurança da ONU e a chama de ‘desconectada da realidade’

Representantes do país nas Nações Unidas atacam aprovação de texto e dizem que órgão continua se recusando a condenar ataques do Hamas

Conselho de Seguranca ONU
O Ministério das Relações Exteriores disse que rejeita a resolução do Conselho de Segurança da OINU e que não há lugar para esse tipo de medida, uma vez que reféns ainda estão sendo mantidos em poder do Hamas | Foto: Reprodução/X/Twitter

O governo de Israel criticou a resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovada nesta quarta-feira, 15, sobre a guerra contra o grupo terrorista Hamas.

Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores israelense disse que rejeita o texto apresentado por Malta. Segundo a nota, não há lugar para tais medidas neste momento, uma vez que os reféns ainda estão sendo mantidos em poder do Hamas.

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+ Leia também: Conselho de Segurança da ONU aprova resolução que isenta o Hamas

Gilad Erdan embaixador Israel ONU
O embaixador de Israel na ONU, Gilad Erdan, classificou a resolução do Conselho de Segurança como desconectada da realidade | Foto: Reprodução/X/Twitter

Resolução fora da realidade

O embaixador do país na ONU, Gilad Erdan, afirmou no X (antigo Twitter) que a resolução é “desconectada da realidade”.

Erdan também declarou que, independentemente do que o Conselho decidiu, Israel vai continuar agindo de acordo com a lei internacional, “enquanto os terroristas do Hamas nem sequer lerão a resolução, muito menos a cumprirão”.

“É lamentável que o Conselho continue a ignorar, a não condenar, ou mesmo a mencionar, o massacre levado a cabo pelo Hamas. É realmente vergonhoso!”, criticou.

Proposta do conselho criticada por Israel

Depois de quatro votações fracassadas, o Conselho de Segurança da Onu aprovou nesta quarta-feira, 15, uma resolução proposta por Malta sobre a guerra entre Israel e Hamas.

O documento pede pausas e corredores humanitários urgentes e a libertação imediata e incondicional de todos os reféns.

O texto teve 12 votos a favor, nenhum contra e 3 abstenções (Estados Unidos, Rússia e Reino Unido).

Os norte-americanos justificaram sua abstenção devido ao texto não condenar os ataques terroristas do Hamas, mas elogiaram o pedido da libertação de reféns e as pausas humanitárias.

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1 comentário
  1. João Carlos de Souza Carvalho
    João Carlos de Souza Carvalho

    Enquanto os reféns israelenses não forem libertados ilesos , Israel tem que continuar a guerra para exterminar os terroristas do Hamas !

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