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Israel alertou o governo dos Estados Unidos sobre um suposto plano do Irã para assassinar o presidente Donald Trump, conforme divulgado pelo jornal The Wall Street Journal. As autoridades israelenses compartilharam a informação durante uma escalada de tensões entre EUA e Irã, sem fornecer detalhes sobre a execução do plano ou se preparativos já teriam começado. O alerta ocorre em meio a ataques militares entre os dois países, e Trump expressou desconfiança em negociações com Teerã, que nega as acusações de envolvimento.
Israel informou ao governo dos Estados Unidos que serviços de inteligência identificaram um novo plano do Irã para assassinar o presidente norte-americano, Donald Trump. O jornal The Wall Street Journal divulgou a informação nesta quinta-feira, 9.
As autoridades israelenses compartilharam as informações com integrantes do governo norte-americano durante a atual escalada do conflito entre Washington e Teerã. O objetivo foi alertar a Casa Branca sobre a ameaça contra o presidente.
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As fontes ouvidas pelo jornal não detalharam como o plano seria executado nem informaram se o Irã já teria iniciado preparativos para a ação.
Ameaça ocorre em meio à escalada militar no Irã
O alerta surgiu enquanto EUA e Irã ampliam o confronto militar. Nos últimos dias, as forças norte-americanas bombardearam dezenas de alvos iranianos, e Teerã respondeu com ataques contra interesses dos norte-americanos no Oriente Médio.
Nesta quinta-feira, Trump afirmou que autoridades iranianas procuraram Washington para negociar um acordo. Apesar disso, o presidente declarou que não confia no cumprimento de um eventual entendimento e prometeu manter a pressão sobre o regime iraniano.
Histórico de ameaças
O governo dos EUA já havia acusado o Irã de participar de outros planos para assassinar Trump. Em 2024, o Departamento de Justiça anunciou acusações contra um cidadão afegão suspeito de atuar em um esquema ligado à Guarda Revolucionária Islâmica para matar o então candidato republicano.
Autoridades norte-americanas afirmam que o Irã busca retaliar a morte do general Qassem Soleimani, neutralizado em janeiro de 2020 por um ataque de drone ordenado por Trump durante seu primeiro mandato.
O governo iraniano nega as acusações e afirma que não participa de operações para assassinar autoridades estrangeiras.
Até a publicação desta reportagem, a Casa Branca, o governo de Israel e representantes do Irã não haviam comentado oficialmente as informações divulgadas pelo The Wall Street Journal.
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