O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, usou sua conta oficial no Twitter/X para informar que o cessar-fogo na Faixa de Gaza não é um indício de que a guerra no Oriente Médio vai acabar. Nesta terça-feira, 21, Israel concordou em dar uma trégua de quatro dias ao conflito, enquanto negocia a libertação de reféns sob o poder do Hamas.
“Gostaria de reiterar: a guerra continua e continuará até alcançarmos todos os nossos objetivos: eliminar o Hamas e liberar todos os reféns”, comunicou o gabinete do ministro.
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Segundo o acordo entre Israel e o grupo terrorista, o Hamas deve libertar, durante esses quatro dias de pausa, cerca de 50 mulheres e crianças israelenses com até 19 anos.
Já Israel deverá liberar cerca de 150 prisioneiros palestinos. A prioridade do governo também serão as mulheres e crianças. Em média, 240 pessoas são mantidas prisioneiras do Hamas desde o início da guerra, em 7 de outubro.
“Todos de volta para casa”
Na noite de terça-feira, Netanyahu participou de uma série de reuniões do governo para definir os parâmetros dessa negociação.
“Embora este encontro se destine a discutir o retorno dos reféns, gostaria de comunicar algo que deveria ser evidente: estamos em guerra — e continuaremos a guerra”, determinou o primeiro-ministro.
De acordo com ele, o governo de Israel, as Forças de Defesa israelenses e os serviços de segurança continuarão a guerra para devolver todos os reféns, completar a eliminação do Hamas e garantir que não haverá nova ameaça de Gaza ao Estado de Israel.
+ Leia as últimas informações sobre a guerra Israel-Hamas no site da Revista Oeste
O primeiro-ministro definiu que a libertação de dez reféns adicionais resultará em um dia a mais de pausa no conflito.
“O governo de Israel é obrigado a trazer de volta para casa todos os reféns presos em Gaza”, declarou Netanyahu.






































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