O conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã chegou ao seu sétimo dia, com ataques israelenses “em larga escala” a Beirute, capital do Líbano, e a Teerã, no Irã. Segundo o Crescente Vermelho iraniano, mais de mil pessoas morreram desde o começo da guerra.
Em Teerã, os ataques desta sexta-feira, 6, atingiram o complexo ligado ao líder supremo morto, aiatolá Ali Khamenei, em uma área que concentra centros estratégicos de poder, como o Palácio Presidencial e o Conselho de Segurança Nacional.
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O comunicado das FDI afirma que Khamenei morreu “antes que pudesse usar o bunker” durante o bombardeio aéreo, “mas o complexo continuou sendo usado por funcionários de alto escalão do regime iraniano”.
“O bunker militar subterrâneo, localizado sob o complexo da liderança do regime no centro de Teerã”, destacam as FDI, “deveria ser usado pelo líder supremo como um centro de comando de emergência seguro”.
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Segundo as FDI, cerca de 50 caças participaram dos ataques aéreos contra a rede subterrânea, que se estende sob “numerosas ruas no centro de Teerã e possui múltiplas entradas e salas de reunião para funcionários de alto escalão do regime terrorista iraniano”.
Ataques ao Líbano
Já no Líbano, local em que Israel combate o Hezbollah, as FDI informaram ter realizado 26 ondas de bombardeios, atingindo centros de comando e depósitos de armas do grupo xiita. A agência estatal libanesa ANI confirmou ataques aos subúrbios do sul da capital.
Desde que o Hezbollah se juntou à guerra contra o Irã, na segunda-feira 2, ataques israelenses mataram 217 pessoas e feriram outras 798 no Líbano, segundo o Ministério da Saúde do país. Ao todo, 95 mil pessoas precisaram sair de suas casas, segundo dados oficiais, desde que o país se viu envolvido na guerra regional.
Eyal Zamir, chefe do Estado-Maior israelense, afirmou que Israel não tem atualmente uma data de término para sua guerra contra o Hezbollah no Líbano.
De acordo com as Forças Armadas israelenses, no total, 70 integrantes do Hezbollah foram mortos e mais de 500 alvos foram atingidos desde o início da ofensiva.
Trump não fará acordo com Irã
Quando presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que alguns países iniciaram esforços de mediação para encerrar a guerra com os Estados Unidos e Israel, Trump respondeu que “não haverá acordo com o Irã, exceto a rendição incondicional! Depois disso, e da escolha de um(a) líder grande e aceitável, nós, e muitos de nossos maravilhosos e corajosos aliados e parceiros”.
Segundo Trump, os EUA trabalham “incansavelmente para trazer o Irã de volta da beira da destruição, tornando-o economicamente maior, melhor e mais forte do que nunca”.









































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