O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou, nesta terça-feira, 11, que o país “não quer ver o Hamas se restabelecer e retomar o controle da Faixa de Gaza no futuro”. Ao lado do presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, Macron defendeu o retorno rápido da Autoridade Palestina ao enclave e a exclusão do movimento islâmico “de qualquer função na governança”.
Além disso, Macron afirmou “a necessidade urgente de trabalhar para a desmilitarização e o desmantelamento” do grupo terrorista.
Receba nossas atualizações
“Hoje, a França comemora o 11 de novembro e celebra a vitória e a liberdade desfrutadas pelo povo francês”, afirmou Abbas. “Esperamos que o nosso povo palestino possa um dia celebrar o fim da ocupação, a sua liberdade, a sua dignidade e a sua independência.”
+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste
A visita ocorre um mês depois do cessar-fogo mediado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que resultou na libertação de todos os reféns do Hamas. “As partes devem agora respeitar integralmente este acordo, e o Hamas deve devolver os restos dos reféns mortos sem demora”, disse Macron.
França amplia apoio político e humanitário à Palestina
Macron também anunciou que a França ajudará a Autoridade Palestina a elaborar uma Constituição. Também apoiará “o reposicionamento das forças de segurança e policiais” no território. Também prometeu ampliar a presença francesa nas missões europeias “com mais de cem militares” e ressaltou que “seria um fracasso coletivo se o Hamas retomasse o controle”.
O presidente incentivou Abbas a “finalizar rapidamente” a formação de um comitê técnico para transferir a administração de Gaza à Autoridade Palestina. As reformas preveem eleições “livres e democráticas” em todos os territórios palestinos, “incluindo Jerusalém Oriental”.
A França destinará € 100 milhões (cerca de R$ 600 milhões) em ajuda humanitária a Gaza em 2025 e fará entregas emergenciais de medicamentos e equipamentos médicos. Macron pediu que Israel “transfira urgentemente as receitas alfandegárias devidas à Palestina” para evitar “o risco de insolvência” da Autoridade Palestina.
Leia também: “Trump propõe força internacional para governar Gaza por 2 anos”
O comitê conjunto trabalhará em “aspectos legais, constitucionais, institucionais e organizacionais” para “finalizar todas as condições para um Estado palestino”, segundo Macron.
Abbas afirmou que “estamos comprometidos com uma cultura de diálogo e paz, e queremos um Estado democrático e desarmado, comprometido com o Estado de Direito, a transparência, a justiça, o pluralismo e a alternância de poder”. Ele elogiou “os esforços do presidente Donald Trump e de outros parceiros” para consolidar o cessar-fogo e avançar rumo à paz.









































E aí Presidente, um saco de direita no populismo comuna.
O Islã já dominou a França, e mais alguns países europeus. Esse é o mal que está avançando pelo mundo. Pense Nisso e Vida Que Segue !