A possibilidade de adiamento da decisão sobre o acordo comercial entre União Europeia (UE) e o Mercosul ganha força, com destaque para o alinhamento entre Emmanuel Macron, presidente da França, e Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália.
Ambos buscam postergar a votação marcada no bloco europeu, segundo informações de fontes consultadas pela agência Reuters.
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Essa articulação intensifica a estratégia da França de criar uma “minoria de bloqueio” que possa inviabilizar a aprovação do tratado, cuja deliberação estava inicialmente prevista para ocorrer em Bruxelas ainda nesta semana.
O objetivo é evitar a ratificação do texto negociado pela Comissão Europeia.
De acordo com autoridades francesas, as últimas propostas da Comissão Europeia continuam aquém das demandas do país, que insiste em “cláusulas de espelhamento” efetivas e garantias reforçadas para os agricultores do continente, conforme informou o gabinete do primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, neste domingo, 14.
Parlamento Europeu e salvaguardas agrícolas em debate
A movimentação ocorre pouco antes da votação no Parlamento Europeu, agendada para terça-feira 16, sobre dispositivos de salvaguarda do acordo UE–Mercosul.
Essas cláusulas tratam da proteção de setores agrícolas considerados sensíveis pelos países europeus.
Apesar de um representante da União Europeia ter confirmado à imprensa a realização da votação, o cronograma do Parlamento Europeu permanece provisório, permitindo alterações.
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O texto em análise integra a etapa legislativa referente às salvaguardas bilaterais do pacto firmado com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
Negociado por aproximadamente 25 anos, o acordo UE–Mercosul enfrenta obstáculos recorrentes para sua finalização.
Para autoridades em Bruxelas, a parceria é estratégica para ampliar e diversificar os vínculos econômicos do bloco europeu, como ressaltou um porta-voz da Comissão Europeia.
Mercosul mantém calendário para assinatura de acordo
Apesar disso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a previsão de assinar o acordo em 20 de dezembro.
A Comissão Europeia busca respaldo dos países membros para viabilizar a vinda da presidente Ursula von der Leyen ao Brasil para formalizar o tratado.
Com a Dinamarca na presidência rotativa do bloco europeu, está agendada para o início da próxima semana a votação decisiva sobre o pacto comercial.
O acordo, negociado ao longo de cerca de 25 anos, envolve a UE e o Mercosul, composto de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
França e outros integrantes da União Europeia continuam manifestando preocupação sobre possíveis impactos negativos do aumento das importações, especialmente para o setor agrícola local.




Enem substitui Saeb e chega a países do Mercosul 



































Esse francês é que o nove dedos afirma ser seu amigo ! Morro de rir da pretensão do mentiroso bêbado !