Na Nova Zelândia, trans ganha prêmio de Atleta Feminina do Ano

Laurel Hubbard chegou a competir na Olimpíada 2020
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A atleta trans Laurel Hubbard, de 43 anos | Foto: Reprodução Facebook/The NZ Team
A atleta trans Laurel Hubbard, de 43 anos | Foto: Reprodução Facebook/The NZ Team

A Universidade de Otago, na Nova Zelândia, concedeu à halterofilista trans Laurel Hubbard o título de Atleta Feminina do ano. Trata-se de uma honraria que reconhece o talento do profissional em determinada categoria esportiva. Hubbard iniciou a transição de sexo em 2012. Na Olimpíada Tóquio-2020, realizada este ano devido à pandemia de covid-19, Hubbard competiu na categoria acima de 87 quilos, mas falhou nas três tentativas de levantamento.

“Não poderíamos ter pensado em ninguém mais merecedora de ser eleita atleta feminina do ano do que Laurel Hubbard, que representou Otago e a Nova Zelândia incrivelmente bem nos Jogos Olímpicos de Tóquio deste ano”, declarou Michaela Waite-Harvey, representante da instituição acadêmica, na quarta-feira 6. A decisão recebeu elogios de esquerdistas. Contudo, outras pessoas disseram que o título deveria ter sido entregue a uma mulher.

Leia também: “Quando o movimento LGBT passa a odiar uma trans”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 59 da Revista Oeste

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21 comentários Ver comentários

  1. O interessante disso tudo é ver a conta chegando, até bem pouco tempo toda lacrosfera principalmente feministas e artistas ixpertinhos viviam cancelando quem falava contrariamente a essas aberrações humanas, agora vemos as mulheres que tanto diziam lutar pela igualdade perdendo espaço para os viados, é o monstro devorando seu criador! Kkkk

    1. Feminista lutando pela mulher é como Marxista lutando pelo trabalhador ou Ambientalista lutando pelo meio ambiente. É o mesmo que pedófilo lutando pelas crianças.

  2. Vale o parabéns apenas qdo umA atleta competir e ganhar de UM atleta. O resto a fisiolgia e a genética explicam. Fora disto é destruir a realizada.

  3. Caramba, o mundo está ficando estranho. Antigamente Universidades era um lugar do saber, da pesquisa do desenvolvimento, hoje viraram centros ideológicos de lacração. Um homem, mesmo destituído de sua genitália não vira uma mulher. É um HOMEM sem genitália, fingindo que é feminino. Isso parece que é cruel, mas é a realidade. Quando a natureza comete algum engano, podemos até tentar amenizar o que achamos que está errado, mas não subverter a ordem natural , isso é fuga da realidade.

    1. Essa aberração se ampara nas pseudofilosofias, cujo início se deu com Descartes e das quais as universidades são vítimas há séculos. Só estão seguindo o roteiro…

  4. Nem vou colocar o que acho sobre isso senão capaz de ser censurada, mas é uma pouca vergonha! Tinham que criar competições específicas para trans, isso é muito injusto e sujo, as características biológicas influenciam muito, isso tem que acabar para o bem do futuro do esporte mundial!

  5. Quando essa desgraça faz exame de urina e de sangue, quais os valores referenciais que ele olha, o de homem ou de mulher? Pela quantidade de testosterona nessa “””mulher””” não seria doping?

  6. A Nova Zelândia prestigia um homem que ,frustrado, resolveu competir como mulher e ainda assim foi um fiasco e não prestigia suas atletas mulheres que ganharam medalhas olímpicas. Tudo pela lacração.

  7. Vergonhoso tudo isso. Competição desigual porque essa “trans” é homem e não deveria competir entre mulheres. Que façam então campeonatos da categoria : “Olimpíadas Intertransnacional” em todas as modalidades e acabem com essa hipocrisia e demagogia.

  8. A politica da Nova Zelândia é uma vergonha para o mundo civilizado. Tem uma primeira ministra ditadora que não é uma mulher e sim uma criatura dos infernos. Kkkkkkkk

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