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O lockdown legitimou o autoritarismo

É o que afirma Tom Slater, da Spiked, em artigo publicado na Edição 83 da Revista Oeste

Ilustração: Fran Kie/Shutterstock

Em artigo publicado na Edição 83 da Revista Oeste, Tom Slater, da Spiked, escreve sobre a volta da vida normal depois do lockdown. De acordo com o colunista, a suspensão das liberdades civis e o aumento do poder policial não podem se tornar modelo para lidar com as crises futuras.

Leia um trecho

“Não sou uma daquelas pessoas que acreditam que outro confinamento está prestes a acontecer. O legado do lockdown pode muito bem se fazer sentir de modo mais sutil. Mas os poderes autoritários têm o hábito de perdurar. As Regras de Defesa dos tempos da guerra não foram totalmente derrubadas até 1964. E como lorde Sumption comentou, os poderes criados nas Leis de Terrorismo de 2000 e 2006 foram reaproveitados algumas vezes nos anos recentes.

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Suspender liberdades civis, aumentar o poder policial, governar por decreto — não podemos deixar isso se tornar o modelo com o qual lidamos com crises, reais ou exageradas, no futuro. Precisamos desesperadamente liberar o debate sobre o lockdown das amarras idiotizantes em que está confinado neste momento. E então precisamos defender que a liberdade não existe só nos momentos bons.”

Gostou? Dê uma olhada no conteúdo abaixo.

Revista Oeste

A Edição 83 da Revista Oeste vai além do texto de Tom Slater. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J.R. Guzzo, Augusto Nunes, Silvio Navarro, Rodrigo Constantino, Guilherme Fiuza, Theodore Dalrymple, Edilson Salgueiro, Luis Kawaguti, Evaristo de Miranda, Artur Piva, Dagomir Marquezi e Ana Paula Henkel.

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2 comentários
  1. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    Hoje quem lê a Folha, Estadão, Globo, Veja, Exame, CNN, etc. são os antibolsonaristas. São aquelas pessoas que acham Bolsonaro “O BELZEBÚ”. Pessoas que, se o Brasil estiver dando certo vão tocer para eles próprios e os outros morrerem de fome só para te provar que o Bolsonaro é o próprio “BELZEBÚ”. O restante das pessoas são as pessoas “NORMAIS” com seus defeitos e suas qualidades, pretos e brancos, heteros ou homossexuais, homens e mulheres.

    1. Roberto Fakir
      Roberto Fakir

      E as pessoas normais não necessariamente são bolsonaristas. Tinha esquecido. Sinto muito, mas com relação à obrigatoriedade de vacinas, lockdown e tratamentos Bolsonaro tinha razão, e não precisa ser bolsonarista para ter CERTEZA disso.

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