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Olimpíada de Paris: retal final do surfe é adiada

Ondas do mar em Teahupoo, no Taiti, não atingiram condições adequadas para a prova

Gabriel Medina surfando uma onda
Gabriel Medina é tricampeão mundial de surfe | Foto: Reprodução/CazéTV

As fases finais do surfe foram adiadas novamente neste sábado, 3, pelos organizadores da Olimpíada de Paris. Em princípio, as provas estavam marcadas para a manhã deste sábado; então, foram adiadas para a tarde. Mas, ainda sem condições no mar, a nova data é segunda-feira, 5.

Ao contrário do previsto, as ondas não alcançaram a altura esperada, resultando no adiamento das baterias. A previsão para domingo 4 aponta para condições ainda mais instáveis. No entanto, uma nova ondulação deve atingir Teahupoo, no Taiti, na segunda-feira, e deve oferecer condições favoráveis para a conclusão das disputas decisivas da modalidade.

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As últimas baterias do masculino e feminino do surfe foram disputadas na última quinta-feira, 1º. A competição terminará na segunda feira, último dia da janela do evento.

Este é o quinto adiamento do surfe desde o início das disputas da modalidade nos Jogos de Paris. O primeiro foi quando as mulheres iriam disputar as oitavas de final. Nas quartas masculinas, também houve adiamento, por duas vezes. As oitavas femininas também foram adiadas posteriormente.

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Dois brasileiros seguem na disputa do surfe na Olimpíada

Dois brasileiros continuam vivos na disputa do surfe na Olimpíada de Paris: Gabriel Medina e Tatiana Weston-Webb. Medina disputa a semifinal depois de eliminar o compatriota João Chianca, o Chumbinho, nas quartas de final. Antes, ele superou o japonês Kanoa Igarashi, algoz dos Jogos de Tóquio, em 2021.

Já Tatiana eliminou, nas quartas, a espanhola Nadia Erostarbe. Antes, as adversárias tinham sido a norte-americana Caitlin Simmers e a nicaraguense Candelaia Resano.

Gabriel Medina vai competir contra Jack Robinson. O australiano é um dos principais surfistas da elite mundial e é famoso por ser um obstáculo significativo para a “Brazilian Storm” — a geração mais vitoriosa do surfe brasileiro.

No feminino, Tatiana Weston-Webb enfrentará Brisa Hennessy, da Costa Rica. Ela tem a chance de fazer história ao se tornar a primeira surfista brasileira a conquistar uma medalha olímpica.


Redação Oeste, com informações da Agência Estado

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