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Opep e Rússia aprovam o maior corte da história na produção

O grupo, conhecido como OPEP+, concordou em uma redução de cerca de 9.7  milhões de barris de petróleo por dia (bdp).
Plataforma produtora de petróleo.
Foto: Divulgação Petrobras/ABr
Plataforma produtora de petróleo. Foto: Divulgação Petrobras/ABr | Plataforma da Petrobras em alto mar

A medida atingirá 10% da produção mundial de petróleo; crise provocada pelo coronavírus fez despencar o preço da commodity

Plataforma da Petrobras em alto mar
Plataforma produtora de petróleo | Foto: Divulgação Petrobras/ABr

Os países-membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), a Rússia e outras nações produtoras da commodity concordaram em um corte de 10% da oferta global, com o objetivo de manter os preços em meio à crise causada pelo coronavírus.

O grupo, conhecido como Opep+, concordou em uma redução de cerca de 9,7 milhões de barris por dia  de maio a julho, após quatro dias de conversas e a pressão exercida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Duas fontes da agência Reuters afirmaram que o acordo foi fechado neste domingo. O Ministério da Energia do Cazaquistão confirmou a informação.

Medidas para conter o coronavírus abalaram fortemente a demanda por combustíveis e fizeram o preço do petróleo despencar.

Agora, a Opep+ pressiona pelo corte na produção de países que não fazem parte do grupo, como Estados Unidos, Canadá, Brasil e Noruega.

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