publicidade
Mundo

Petro se manifesta, depois de ser sancionado pelos EUA

As sanções utilizam a Ordem Executiva 14.059, que mira estrangeiros ligados ao tráfico internacional de drogas

presidente da colômbia Gustavo Petro
A Colômbia segue como principal produtora e exportadora mundial de cocaína | Foto: Reprodução/YouTube/Gobierno de Colombia

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se manifestou pelas redes sociais sobre as sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos. Mais cedo, o Departamento do Tesouro norte-americano anunciou a medida contra o colombiano e pessoas próximas, como sua mulher, seu filho mais velho e um aliado político de longa data.

As sanções utilizam a Ordem Executiva 14.059, que mira estrangeiros ligados ao tráfico internacional de drogas.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste

A Colômbia segue como principal produtora e exportadora mundial de cocaína, substância frequentemente adquirida por cartéis mexicanos e posteriormente levada para os EUA pela fronteira sul.

“De fato, a ameaça de Bernie Moreno se cumpriu, e eu, meus filhos e minha mulher entramos na lista do OFAC”, disse Petro, em publicação no X, nesta sexta-feira, 24. “Meu advogado de defesa será Dany Kovalik, dos EUA.”

“Lutar contra o narcotráfico durante décadas e com eficácia me traz esta medida do governo da sociedade que tanto ajudamos para deter seus consumos de cocaína”, continuou o presidente da Colômbia. “Toda uma contradição, mas nem um passo atrás e jamais de joelhos.”

EUA acusam Gustavo Petro de favorecer organizações de narcotráfico

Apesar de comparações recentes de Petro entre o consumo da droga e o de uísque, a cocaína permanece uma ameaça significativa ao território norte-americano.

Gustavo Petro, eleito presidente colombiano em 2022 e ex-integrante de grupo guerrilheiro, é acusado de favorecer organizações de narcotráfico sob seu plano de “paz total” e outras políticas que resultaram em recordes históricos de cultivo de coca e produção de cocaína.

Leia mais:

Em 15 de setembro de 2025, o governo dos EUA classificou a Colômbia como país com grande trânsito ou produção ilícita de drogas. A Casa Branca afirmou que o país “falha de forma evidente” em cumprir suas obrigações de controle antidrogas.

Em 2024, autoridades acusaram Petro de compartilhar informações confidenciais obtidas em sistemas de comunicação seguros contra lavagem de dinheiro, o que comprometeu a integridade do sistema financeiro internacional e levou à suspensão da Unidade de Inteligência Financeira da Colômbia do Egmont Group.

Além disso, Petro teria se aproximado do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e do Cartel de Los Soles.

Leia também: “Confissões explosivas”, artigo de Eugênio Esber publicado na Edição 293 da Revista Oeste

Leia mais sobre:

2 comentários
  1. Paulo Sérgio Gusson
    Paulo Sérgio Gusson

    Temos Que cobrar do TSE/ STF essa eleicao (?) de 2022.

  2. PCC
    PCC

    Como a Colômbia elegeu um bandido desse? Pensando bem, nós brasileiros temos é que ficar calados.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade