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Premiê e ministros da Nova Zelândia terão salários reduzidos

O chefe de governo recebe todo ano o equivalente a R$ 1,4 milhão; dinheiro será usado para financiar políticas de combate ao coronavírus
A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardem | Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR
A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardem | Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR | Nova - Zelândia - Jacinda - Ardern

O chefe de governo recebe todo ano o equivalente a R$ 1,4 milhão; dinheiro será usado para financiar políticas de combate ao coronavírus

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern | Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR

Por causa da pandemia de coronavírus, que afetou gravemente a economia mundial, a premiê da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou ontem que vai cortar o próprio salário em 20%. A decisão se estende a ministros de Estado e deve durar seis meses.

“Reconhecemos que os neozelandeses que dependem de salários enfrentaram cortes nos pagamentos ou perderam seus empregos por cauda pandemia global. Reduzir o meu próprio salário e o dos subalternos é onde podemos agir”, afirmou Ardern numa entrevista coletiva.

O primeiro-ministro daquele país recebe todos mês 38,3 mil dólares neozelandeses. Por ano, isso dá NZ$ 459.739 (aproximadamente R$ 1,4 milhão, na cotação atual). A partir de agora, a redução anual será de NZ$ 45.000 (R$ 141.000 reais).

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, a Nova Zelândia soma 1.401 infeções pelo coronavírus. Desse número, 770 pessoas se curaram da covid-19. Outras 9 morreram.

América Latina

Do outro lado do Pacífico Sul, o presidente do Equador, Lenín Moreno, garantiu dias antes que integrantes da classe política terão seus rendimentos cortados pela metade. “Decidi reduzir 50% da renda mensal”, escreveu no Twitter o mandatário.

O presidente do Uruguai, Lacalle Pou, foi um dos primeiros chefes de governo da América Latina a anunciar cortes nos rendimentos da classe política. Em 26 de março, e, os parlamentares e os ministros de Estado chegaram a um acordo para em 20% o próprio salário.

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2 comentários

  1. No Brasil, , é mais fácil eles subirem os seus proventos. Nós, submissos, dominados e anestesiados que somos, acataremos, sem reações.

  2. Aqui no Brasil nunca vai acontecer! E, curiosamente , não vemos ninguém da imprensa fazer qualquer Matéria/cobrança sobre o tema! O assunto dos quase 3 bi do fundo partidário tb não merece qualquer nota da mídia tradicional! lamentável!
    Esses parlamentares são uns lixos! Abomináveis!

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