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O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, reafirmou nesta terça-feira, 14, a intenção de tomar posse em uma guarnição militar. Ele solicitou ao Congresso autorização para a posse em um quartel, ao destacar que a escolha é simbólica e visa a homenagear as Forças Armadas.
O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, reafirmou nesta terça-feira, 14, que pretende tomar posse em uma guarnição militar, apesar da proibição do atual presidente, Gustavo Petro.
Em mensagem publicada nas redes sociais, Espriella pediu ao Congresso colombiano autorização para realizar a cerimônia em um quartel no sul do país.
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Mi posesión será del lado de la gente y rendirá homenaje a los verdaderos héroes de la Patria: nuestros soldados y policías.
— Abelardo De La Espriella (@ABDELAESPRIELLA) July 14, 2026
Será una ceremonia austera, porque el ejemplo comienza por casa y el respeto por los recursos de los colombianos se demuestra con hechos.
Nos vemos en el… pic.twitter.com/aLqrkECPhP
O impasse começou no último domingo, 12, quando Petro determinou que nenhuma instalação militar poderá sediar a cerimônia de posse, marcada para 7 de agosto.
O atual presidente argumentou que a Constituição colombiana determina a posse do chefe de Estado perante o Congresso da República e afirmou que, até a transmissão oficial do cargo, permanece como comandante supremo das Forças Armadas.
Em resposta, Espriella afirmou que respeita a Constituição e sustentou que caberá ao Congresso decidir sobre o local da cerimônia. O presidente eleito pediu que os parlamentares emitam um parecer jurídico para autorizar a posse em uma guarnição militar.
Segundo Espriella, a escolha do quartel tem caráter simbólico e representa um reconhecimento às Forças Armadas. O político também disse que cumprirá a decisão do Congresso sobre o assunto.
Tensão política na Colômbia
Espriella venceu a eleição presidencial de junho e assumirá o comando da Colômbia em 7 de agosto.
A discussão sobre o local da posse deverá ser uma das primeiras questões analisadas pelo novo Congresso, que começa os trabalhos em 20 de julho.
O atual presidente já declarou que não reconhece o resultado das eleições e levantou suspeitas, sem apresentar provas, sobre a lisura do processo eleitoral.
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