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Rússia amplia ataques a Kiev; Ucrânia informa que capital resiste

Presidente Zelensky disse que o país permanece sob seu controle

rússia ucrânia
Tanque de tropas do Exército ucraniano | Foto: Milan Sommer/Shutterstock

Atualizações

19h11 – A presidente da Comissão da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, anunciou que a UE vai bloquear as transações do Banco Central da Rússia;

18h51 – Em Kiev, jornalistas locais alertam em redes sociais para um ataque aéreo (na Ucrânia, é 0h);

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17h49 – A embaixadora da Ucrânia nos Estados Unidos, Oksana Markarova, disse em um pronunciamento que a Rússia atacou dois navios no mar Negro e destruiu uma represa perto de Kiev. “Há risco de enchentes”, advertiu;

17h34 – Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, afirmou que apoia a retirada da Rússia do sistema de pagamentos Swift e que o país precisa ser “isolado diplomática e financeiramente”;

17h04 – O YouTube suspendeu a monetização de vários canais russos, incluindo o da mídia estatal RT;

16h55 – O presidente Jair Bolsonaro (PL) detalhou as ações do governo em assistência aos brasileiros que estão na Ucrânia e garantiu que “mesmo diante de um cenário difícil”, ninguém será deixado para trás;

16h32 – A agência de notícias Reuters noticiou que tropas russas estão se aproximando de mais uma usina nuclear na Ucrânia, a de Zaporizhzhia;

15h58 – Um assessor do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, disse que cerca de 3,5 mil militares russos foram mortos ou feridos até agora durante o ataque, segundo a agência de notícias Reuters;

15h01 – O chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, anunciou neste sábado, 26, o envio de mil armas antitanque e 500 mísseis Stinger para a Ucrânia. “O ataque russo marca um ponto de virada”, disse o chefe do Executivo europeu. A decisão ocorreu horas depois de o Ministério da Defesa da Alemanha autorizar a entrega de 400 granadas-foguete (RPGs – Rocket-propelled grenades) da Holanda para a Ucrânia. Não se sabe se os lotes chegarão juntos;

14h31 – Em novo pronunciamento, o presidente ucraniano, Vlodmir Zelensky, disse que chamou “todos os amigos da Ucrânia” para ajudar a combater invasão russa no país. Zelensky também disse que irá lutar o tempo que for preciso para libertar o país;

14h22 – O ministro da Defesa da Alemanha prometeu entregar 400 granadas-foguete por meio da Holanda para a Ucrânia;

13h53 – A agência federal russa de aviação comunicou que a Rússia fechou seu espaço aéreo para aviões romenos “devido a decisões hostis das autoridades de aviação romenas”. Mais cedo, a Romênia determinara o banimento de companhias aéreas russas de seu espaço aéreo, juntando-se a outros países;

13h51 – Parcialmente restrito na Rússia, o Twitter garantiu que já está trabalhando para restabelecer o serviço de forma “segura”;

13h00 – O Alto-Comissariado das Nações Unidas informou neste sábado, 26, que aproximadamente 150 mil pessoas deixaram a Ucrânia desde o início dos ataques russos ao país;

12h46 – O grupo de brasileiros formado por jogadores do Shakhtar Donetsk e do Dínamo de Kiev, assim como suas famílias e outros profissionais do futebol, conseguiu deixar o bunker onde se protegia em um hotel de Kiev, capital ucraniana, em meio à invasão russa no país;

12h44 – Segundo o governo do Reino Unido, o avanço dos russos desacelerou em virtude da resistência dos ucranianos, além de problemas de logística;

12h33 – O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, informou que atualmente não há grande presença militar russa em Kiev, mas acrescentou que “grupos sabotadores” estão ativos. O sistema de metrô agora está servindo apenas como abrigo para os cidadãos e os trens pararam de funcionar, disse;

12h01 – Os países latino-americanos planejam em conjunto uma forma de ajudar seus cidadãos residentes na Ucrânia, por meio de um mecanismo de cooperação consular, enquanto aguardam a garantia das condições de segurança para uma evacuação, informou a chancelaria da Argentina;

“O Ministério das Relações Exteriores (da Argentina) está trabalhando com as chancelarias do Chile, Brasil, Peru, Uruguai, Paraguai, México, Colômbia, Bolívia e Equador, articulando ações e trocando informações úteis, a fim de poder fornecer, nas circunstâncias atuais, a assistência consular que for necessária”, disse um comunicado;

11h35 – O primeiro-ministro da Bélgica, Alexander De Croo, anunciou neste sábado, 26, o envio de duas mil metralhadoras e quase quatro mil toneladas de combustível para a Ucrânia, que está sob cerco da Rússia há três dias. Segundo o premiê, o pedido foi feito pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky;

11h12 – A Força Aérea Brasileira (FAB) comunicou neste sábado, 26, que tem duas aeronaves preparadas para possível resgate de brasileiros refugiados da Ucrânia. Os aviões são modelo KC-390 Millennium, segundo a FAB. Atualmente, as aeronaves estão em Anápolis (MG).

Terceiro dia de ataques

O governo russo intensificou neste sábado, 26, o ataque à capital da Ucrânia, Kiev, na tentativa de tomar a cidade. O cerco já dura três dias e faz parte da invasão ordenada pelo presidente Vladimir Putin no meio da semana.

Na manhã de hoje (tarde na Ucrânia), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, informou que resiste ao avanço das tropas inimigas e que segue no controle da cidade. “Vamos vencer”, disse o chefe do Executivo, no Twitter.

Segundo um relatório de inteligência do governo britânico, as forças russas estão a 30 quilômetros do centro de Kiev e as Forças Armadas Ucranianas seguem resistindo à invasão em vários pontos do país.

Às 5h (meia-noite, em Brasília), um míssil russo atingiu um prédio residencial de Kiev e deixou dezenas de feridos — imagens registraram o momento. Em outro flanco, russos tentaram estourar uma barragem, mas foram frustrados.

Saldo de mortos na Ucrânia

Desde os primeiros dias de ataques russos, cerca de 200 civis ucranianos morreram. “Conforme os dados mais recentes, 198 pessoas, incluindo 3 crianças, foram mortas pelos invasores”, informou o ministro da Saúde da Ucrânia, Viktor Liashko. “Ficaram feridas 1.115 pessoas, incluindo 33 crianças.”

O presidente da Ucrânia sinalizou que não haverá rendição. Na manhã de hoje, Zelensky reafirmou sua intenção de resistir. O material foi publicado depois de os soldados ucranianos repelirem os ataques do Exército de Moscou.

Leia também: “A Ucrânia balança o mundo”, artigo publicado na Edição 101 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. PCC
    PCC

    Cadê o Biden? Se o ocidente depender dos EUA, estará perdido, não só o ocidente, Taiwan em breve deve cair. O Brasil precisa urgentemente desenvolver armas nucleares, caso contrário, perderemos a Amazônia, assim como a Ucrânia e Taiwan perderão suas soberanias.

    1. Andre mendonça
      Andre mendonça

      O mundo ocidental precisa urgentemente de um novo Churchill ou F. D. Roosevelt. Chega de maricas politicamente corretos! O que se pode esperar de Biden, Mácron ou Boris Jonhson, fanfarrões covardes?

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