O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, tem a preocupação de evitar que o Brasil fortaleça sua parceria com a China, em função da alta das tarifas determinada pelo governo norte-americano a produtos brasileiros, segundo o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
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“Achamos que, a longo prazo, é benéfico para o Brasil nos tornar seu parceiro de escolha e comércio, em vez da China”, disse Rubio à Reuters, durante viagem dele entre Israel e Catar. Ele irá participar, ao lado de Trump, da reunião da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), na Malásia. A reunião com Lula ocorrerá neste domingo, 26.
Lula chegou à Malásia na sexta-feira, 24, depois de visitar a Indonésia. O Brasil e a Indonésia assinaram, na madrugada desta quinta-feira, 23, uma série de memorandos e acordos de cooperação nas mais diversas áreas.
Trump e temas ligados ao Brasil
Além dos acordos comerciais, Lula deu entrevistas que repercutiram. Numa delas, ele cometeu o deslize de colocar os traficantes como vítimas dos usuários de droga, ao falar sobre o envio de navios e militares norte-americanos à costa do Pacífico na América do Sul.
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Além de confirmar que será candidato à reeleição em 2026, Lula voltou a criticar Israel pelo que chama de “genocídio” em Gaza, mesmo com o cessar-fogo estabelecido em 9 de outubro.
Sobre a reunião com Trump, Lula se diz disposto a discutir uma variedade de itens. Entre eles estão a alta das tarifas e a punição dos EUA a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, considerada injusta pelo governo brasileiro.






































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