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Trump criminaliza queima da bandeira dos EUA; pena é 1 ano de prisão

Contexto da medida envolve recentes protestos contra política de imigração do governo, durante os quais manifestantes incendiaram o símbolo nacional

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump: recado ao Brasil | Foto: Reuters/Kevin Lamarque
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com bandeira de seu país ao fundo | Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O presidente norte-americano, Donald Trump, assinou, nesta segunda-feira, 25, uma ordem executiva para criminalizar a queima da bandeira dos Estados Unidos. O anúncio ocorreu durante coletiva na Casa Branca.

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Agora, o novo decreto estabelece pena de um um de prisão para quem for flagrado no ato de queimar o símbolo nacional, e não há possibilidade de liberdade antecipada. O contexto da medida envolve recentes protestos contra a política de imigração do governo, durante os quais manifestantes incendiaram bandeiras norte-americanas.

“Em todo o país, eles estão queimando bandeiras”, afirmou Trump. “Em todo o mundo, eles queimam a bandeira norte-americana. Se você queimar uma bandeira, você pega um ano de prisão. Sem saídas antecipadas, sem nada. Você pega um ano de prisão.”

Trump afasta hipótese de liberdade de expressão

Manifestantes do Black Lives Matter queimam a bandeira dos Estados Unidos, em 2022 | Foto: Shutterstock

Em 1989, a Suprema Corte dos EUA decidiu, por maioria de 5 votos a 4, que a queima da bandeira configurava expressão política, não sendo crime. Apesar desse precedente, Trump argumenta que o ato seria “exclusivamente ofensivo” e uma espécie de “declaração de violência” contra o país, de modo a conseguir reverter o entendimento anterior.

“Por meio de um tribunal muito triste, eles chamaram isso [ato de queimar a bandeira] de liberdade de expressão”, disse o presidente dos EUA. “Quando você queima a bandeira norte-americana, isso incita tumultos.”

Nesta segunda-feira, 25, Trump também oficializou ordens executivas para abolir a fiança sem dinheiro para suspeitos detidos em Washington D.C. e em outras regiões dos EUA com normas semelhantes. O presidente decretou estado de emergência de segurança pública na capital e mobiliza tropas militares para reforçar a segurança local.

Leia também: “É a Constituição, estúpido!”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 283 da Revista Oeste

O decreto prevê que, caso Washington não altere sua política sobre fiança, o governo federal poderá tomar algumas medidas. Entre elas, suspender decisões, serviços ou aprovações de financiamento para a cidade.

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2 comentários
  1. Pedro Hemrique
    Pedro Hemrique

    Concordo plenamente com o presidente da América do Norte! O mesmo deveria ocorrer no Brasil!

  2. Pedro Hemrique
    Pedro Hemrique

    Concordo plenamente com o presidente da América do Norte! O mesmo deveria ocorrer no Brasil!

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