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Trump minimiza importância de Ormuz e diz que EUA têm petróleo da Venezuela

Presidente citou ainda a produção interna, que, somada às entregas do regime de Delcy, seria suficiente para atender à demanda do país

Trump discursa aos Estados Unidos (EUA), nesta quarta-feira, 1º
Trump discursa aos Estados Unidos (EUA), nesta quarta-feira, 1º | Foto: Reprodução/X

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, minimizou a importância do Estreito de Ormuz.

Durante pronunciamento, na quarta-feira 1º, o republicano disse que a produção interna e o que vem da Venezuela são suficientes.

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Trump observou que os EUA são “o maior produtor de petróleo e gás do planeta, sem sequer mencionar os milhões de barris que vêm da Venezuela”.

“Graças às políticas do governo Trump, produzimos mais petróleo e gás que na Arábia Saudita e na Rússia, juntas”, declarou.

Trump comenta mudanças nas relações com a Venezuela

Logo no início da fala, Trump expressou gratidão aos militares de envolvidos na captura do então ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, em 3 de janeiro.

Depois da prisão, os EUA passaram a manter relações estreitas com a ditadora interina, Delcy Rodríguez.

Também ontem, Trump retirou Delcy da lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro.

Trump elogiou a parceria com a sucessora de Maduro, sobretudo quanto ao envio de barris de petróleo.

Pressão sobre o Estreito de Ormuz e o Irã

Irã
O Estreito de Ormuz é um pedaço de oceano relativamente estreito entre o Golfo de Omã ao sudeste e o Golfo Pérsico ao sudoeste | Foto: Reprodução/ WIkipedia

O presidente dos EUA reforçou que países que dependem do petróleo transportado pelo Estreito de Ormuz precisam assumir o controle do canal, atualmente sob influência do Irã. Trump sugeriu ainda que tais nações considerem adquirir petróleo dos Estados Unidos.

“Criem coragem, mesmo que atrasada”, disse. “Deveriam ter feito isso antes, deveriam ter feito isso conosco enquanto avançávamos para o Estreito, e simplesmente tomá-lo. Protejam-no, usem-no para vocês mesmos. O Irã foi essencialmente dizimado. A parte difícil já passou, então deve ser fácil.”

Sobre o conflito na região, o republicano anunciou que os ataques militares contra o Irã serão intensificados ao longo das próximas três semanas. Ele ressaltou que a missão dos Estados Unidos no Oriente Médio está “quase completa”.

“Vamos atacá-los com muita força nas próximas duas a três semanas”, disse o presidente dos EUA. “Vamos trazê-los de volta à Idade da Pedra, de onde vieram.”

Leia também: “A nova afronta de Lula aos EUA”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 314 da Revista Oeste

Trump explicou que a mudança de regime no Irã não era a meta inicial, mas acabou nos planos depois da morte do líder supremo, Ali Khamenei, e de outras autoridades do país.

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1 comentário
  1. Raimundo Nonato Costa
    Raimundo Nonato Costa

    Nem é bom pensar na liberdade no Ocidente depender de alguns dos líderes europeus atuais.

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