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Trump diz que com ele não teria ocorrido o 7 de outubro

Ao receber os pais do refém Edan Alexander, ele ainda afirmou acreditar que menos de 24 sequestrados ainda estejam vivos

Trump Dia da Oração reféns Israel Edan Alexander
Trump discursa durante o Dia da Oração | Foto: Reprodução/X

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse, nesta quinta-feira, 1º, que os ataques de 7 de outubro não teriam ocorrido se ele fosse o presidente do país. Durante um discurso na Casa Branca, em cerimônia pelo Dia Nacional de Oração, Trump afirmou que, antes dele deixar o cargo em 2021, o Irã estava prestes a fechar um acordo com os Estados Unidos.

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Segundo o presidente, as sanções econômicas impostas durante seu governo haviam colocado o regime iraniano sob “pressão insuportável”. “O dinheiro que chegou ao Hamas veio do Irã. Esse ataque nunca teria acontecido.”

Ele também reforçou que qualquer país ou empresa que compre petróleo iraniano “não poderá fazer negócios com os EUA”.

A fala foi feita diante dos pais de Edan Alexander, 21 anos, norte-americano de Nova Jersey que se mudou para Israel em 2022 e foi sequestrado durante os ataques de 7 de outubro, realizados pelo Hamas.

Sobre Edan, Trump disse que ele é “o último refém norte-americano vivo conhecido”. Ele se dirigiu diretamente aos pais do jovem, Adi e Yael: “Não consigo imaginar a dor de vocês”, declarou o presidente. “Mas estamos com vocês. Estamos ao lado de vocês. E faremos tudo o que pudermos em um curto período de tempo.”

Trump diz que Hamas usa reféns como moeda de troca

Trump relatou que, dois meses antes, havia expectativa de que Edan seria libertado, mas que as negociações endureceram.

“Eles querem prolongar isso”, afirmou, sobre o grupo terrorista. “Estão usando os reféns como moeda de troca. Estamos trabalhando muito para salvar seu filho. Temos notícias chegando — algumas boas, outras ruins.”

Leia mais: “Netanyahu luta por seu futuro político”

Ao comentar sobre a situação dos reféns em geral, Trump afirmou que, dos 59 sequestrados inicialmente, 24 estariam vivos — embora, segundo ele, esse número agora seja ainda menor. “Pensem nisso.”

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