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Trump ordena bloqueio a petroleiros e anuncia cerco à Venezuela

'A Venezuela está completamente cercada pela maior armada já reunida na história da América do Sul', destacou o presidente norte-americano

Navios de guerra, ameaças de Trump e o isolamento internacional de Maduro colocam a crise venezuelana em território desconhecido | Foto: Montagem/Reprodução
Trump revelou a ação na sexta-feira 26, durante entrevista à rádio WABC, de Nova York | Foto: Montagem/Reprodução

A intensificação das restrições norte-americanas ao comércio de petróleo movimentou o cenário internacional nesta terça-feira, 16, depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenar o bloqueio de todos os navios petroleiros vinculados a sanções que operam na Venezuela. A iniciativa amplia a pressão sobre o governo do ditador Nicolás Maduro e busca limitar ainda mais o fluxo de recursos para o país sul-americano.

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“A Venezuela está completamente cercada pela maior armada já reunida na história da América do Sul”, afirmou Trump em sua rede social. “Só vai aumentar, e o choque para eles será algo que nunca viram antes — até que devolvam aos Estados Unidos da América todo o petróleo, terras e outros bens que nos roubaram.”

Postagem de Trump sobre a Venezuela - 16/12/2025 - Traduzida pelo Google | Foto: Reprodução
Postagem de Trump sobre a Venezuela — 16/12/2025 — traduzida pelo Google | Foto: Reprodução/Truth Social

Reação militar e críticas internas a Trump

Diante do anúncio, o Pentágono orientou que questionamentos fossem encaminhados à Casa Branca. O reforço militar norte-americano vem sendo acompanhado por ataques a embarcações no Caribe e no Pacífico, que, segundo autoridades dos EUA, estariam relacionados ao combate ao tráfico de drogas.

Impactos econômicos para a Venezuela

O bloqueio anunciado por Trump, nesta terça-feira, tem impacto direto sobre a economia venezuelana, que depende do petróleo como principal fonte de receita. O país, detentor das maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, produz aproximadamente 1 milhão de barris por dia. Desde 2017, depois das sanções impostas pelos EUA, o governo de Maduro tem recorrido a petroleiros sem bandeira para escoar clandestinamente o petróleo em mercados internacionais.

A estatal venezuelana PDVSA está isolada dos mercados globais por causa das sanções, fazendo com que grande parte das exportações ocorra com descontos no mercado clandestino chinês.

Leia também: “Raio-X de um governo taxador”, reportagem de Anderson Scardoelli na Edição 275 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. Christian
    Christian

    De ratazana, Maduro virou rato, depois passa para camundongo e já já para hamster…

  2. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    Uuuiiiiiiii…que medo!!
    TRUMP está chocado com a repercussão NEGATIVA da retirada da MAGNISTSKY ….
    Certeza…vai voltar atrás em breve….CERTEZA!
    E vai vir PIOR!
    Vai lá ladrãozinho faccionados….deem aquela RAMELADA no acordo LESA PÁTRIA que fizeram….amostratinhos!
    Kkkkkkkkkk

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