Ucrânia informa que mais de 40 soldados e 10 civis morreram durante invasão

País foi atacado pela Rússia
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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky | Divulgação/Redes Sociais
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky | Divulgação/Redes Sociais

A Ucrânia comunicou nesta quinta-feira, 24, que mais de 40 militares e cerca de dez civis morreram durante o ataque russo ao país. Na madrugada de hoje, mísseis russos atingiram várias cidades ucranianas, além da capital, Kiev.

Em pronunciamento, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que o ataque russo mirou a “infraestrutura militar do país”. Zelensky disse que há baixas entre os russos: aproximadamente 50 soldados na região de Luhansk.

Conforme o chefe do Executivo, quatro tanques russos foram destruídos em uma estrada perto de Kharkiv e seis aviões, derrubados. A Rússia negou.

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Ataque à Ucrânia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou na madrugada de hoje uma operação militar especial na Ucrânia. “Concluímos que o confronto com as forças ucranianas é inevitável“, disse o líder russo. “Algumas palavras para aqueles que possam ficar tentados a intervir: a Rússia responderá imediatamente, e vocês sofrerão consequências que jamais vivenciaram.”

Putin afirmou que não poderia tolerar mais ameaças do país vizinho, de modo que as circunstâncias do momento demandavam uma ação decisiva da Rússia em Donetsk e Luhansk, regiões localizadas no leste ucraniano. “A responsabilidade por eventual derramamento de sangue estará na consciência do regime de Kiev”, declarou o presidente. O Kremlin informou, no entanto, que a intenção não é ocupar todo o território da Ucrânia.

O anúncio foi realizado no mesmo momento em que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) debatia a crise no Leste Europeu. Na abertura da reunião, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que o líder russo não aumentasse a escalada militar. “Se uma operação está sendo preparada, realmente digo, do fundo do coração: impeça suas tropas de atacar a Ucrânia”, disse. “Dê uma chance à paz.”

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11 comentários Ver comentários

  1. Está aí o resultado da busca dos EUA pela hegemonia unipolar após a dissolução da URSS. A resposta demorou, mas chegou. Tomara que Washington coloque o orgulho no balaio para que a estabilidade mundial seja refeita.

  2. Para evitar uma guerra atualmente tem que haver equilíbrio entre os dois lados, para que um imponha respeito ao outro. Infelizmente os EUA trocaram o Trump, que mesmo com seus defeitos, mantinha esse equilíbrio, por esse vegetal chamado Biden, que como já falaram está mais preocupado com agendas progressistas do que tomar conta do seu país. Temos que torcer para que os americanos consigam trazer de volta um pouco dessa força para restabelecer o equilíbrio.

  3. Covardia desse despota, desse autocrata, desse patife inspirado no czar Nicolau I , chamado Vladimir Putin. Também as origens falam por si…ex agente da famigerada KGB.

  4. 2014 – Governo Obama – Putin ataca e anexa a Criméia.
    2016/2020 – Governo Trump – Putin fica quietinho em Moscou.
    2021 – Govero Biden – Putin ataca a Ucrânia para anexar mais territórios.

    Estranho isso, não é? Será que governos democratas na Casa Branca sugerem fraqueza na geopolítica? A conclusão fica para voces…

  5. Não ficarei surpreso, se a próxima vítima for Taiwan. Aí o velho caquético e débil mental irá dar mais alguns pronunciamentos, fazendo ameaças de impor sanções econômicas como se isso, numa situação de guerra, fosse adiantar alguma coisa. A queda do ocidente não será de imediato, ainda vai levar alguns anos mas no fim o oriente sairá vencedor nisso tudo aí, talvez dure uns dez anos ou um pouco mais. Talvez eu não possa estar mais por aqui para ver isso daí. Ainda bem, aos mais jovens, se virem!

  6. É isso que acontece quando um governo irresponsável de uma nação importante fica mais preocupado em apoiar manifestações do BLM e assuntos relativos à LGBTs do que com o restante de sua população. Esse é apenas um aviso do que o futuro do planeta nos reserva. O americano comum deve estar sentindo falta do “malvadão” Trump.

  7. Esse secretário geral da ONU é muito fraco. Colocou mais gente de esquerda no que já era uma organização progressista no pior sentido. Perdeu ainda mais relevância.

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