publicidade
Mundo

União Europeia se volta contra Facebook, Twitter e Google

Bloco afirma estar lutando contra a disseminação de notícias falsas

Redes Sociais | Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR

Bloco afirma estar lutando contra a disseminação de notícias falsas

união europeia contra facebook twitter e google
Redes sociais devem agir contra fake news, afirma União Europeia | Foto: CANVA

A União Europeia quer ver mais ações por parte das plataformas de redes sociais no combate às fake news. Ontem, representante do bloco garantiu que espera que empresas como Facebook, Google e Twitter desenvolvam estratégias diante do que chama de “enorme onda de desinformação”.

Receba nossas atualizações

Leia mais:Em meio à pandemia, imigração ilegal na Europa cai 85% em abril

Vice-presidente da comissão responsável pelos valores e transparência da União Europeia, Vera Jourova afirmou durante coletiva de imprensa que a preocupação com a disseminação de notícias falsas aumenta por causa da pandemia do novo coronavírus — mal que vai além de atingir países europeus.

Diante da situação, o discurso de Jourova não parou em meras cobranças contra as plataformas de redes sociais. Ela externou o desejo de ver Twitter, Google e Facebook atuando como “parceiros” da União Europeia. Entre outros pontos, a integrante do bloco pediu a divulgação de relatórios mensais. Materiais que devem apresentar ações realizadas contra as fake news.

A saber, a representante europeia afirmou que tais relatórios devem conter as seguintes informações em casos de registro de notícia falsa:

  • Natureza da desinformação;
  • Tamanho da rede envolvida;
  • Origem geopolítica;
  • E público-alvo.

Assim, as plataformas conseguirão fazer “muito mais” contra a divulgação de boatos. Ao menos é o que defende Jourova. Ela acredita que esse trabalho feito pelas redes sociais posteriormente ajudará na “confiança do usuário”.

Cobrança e elogio

Apesar de estar na lista de plataformas cobradas pela representante da União Europeia, o Twitter recebeu elogio. Isso porque a rede vem travando embate com Donald Trump. Mensagens postadas pelo presidente dos Estados Unidos começaram a ganhar selo de “verifique os fatos” — demonstrando que o teor dos conteúdos poderiam não ser verdadeiros. Conforme registrou Oeste, Trump assinou ordem que, na prática, pode abrir caminho para regulação das redes sociais.

“Isso é o que chamo de pluralismo”

“Eu apoio a reação do Twitter aos tuítes do presidente Trump”, enfatizou Vera Jourova. Diferentemente do que chegou a ser acusado pelo norte-americano, a vice-presidente de comissão da União Europeia não viu censura no caso. “[O Twitter] forneceu informações verificadas. Isso é o que chamo de pluralismo”, complementou a executiva europeia, de acordo com a agência de notícias AFP.

MAIS: Apesar de fronteiras reabertas, brasileiros deverão ser impedidos de entrar na Europa

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade