Veneza é para as gôndolas, não para os transatlânticos

Grandes navios de passageiros danificavam a frágil cidade com poluição e ondas
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Vista de Veneza, na Itália | Foto: Gellinger/Pixabay
Vista de Veneza, na Itália | Foto: Gellinger/Pixabay

O governo italiano decidiu suspender a passagem de grandes navios de cruzeiro pelo centro histórico de Veneza. A entrada dos transatlânticos gerava altas margens de lucro para a indústria turística, mas danificava a frágil cidade histórica com a poluição e as ondas provocadas pelo deslocamento das embarcações.

Os habitantes de Veneza estão lutando há décadas pela restrição ao número de turistas. O movimento foi interrompido no ano passado por causa da epidemia de covid-19, o que causou perda de renda de 200 milhões de euros.

Venezianos que vivem do turismo não gostaram nada da restrição. “É uma decisão absurda”, reclamou o funcionário de uma transportadora ao Wall Street Journal. “Eu queria que eles olhassem para esses trabalhadores que não conseguiram trabalhar nesses últimos 18 meses para entender os danos que estão causando.”

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A solução intermediária deverá estar pronta até o ano que vem, quando serão entregues os novos ancoradouros na entrada da cidade.

 

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