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Venezuelana ferida em protesto cobra punição máxima a Maduro

Relato pessoal marca protesto em Nova York e pressiona Justiça

manifestante com bandeira da venezuela comemora queda de maduro
Com uma bandeira da Venezuela, manifestante comemora a prisão do ex-ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Ele está em frente ao Tribunal Federal Daniel Patrick Moynihan, em Nova York, para onde o venezuelano foi levado — 5/1/2026 | Foto: Shannon Stapleton/Reuters

Uma venezuelana ferida em um protesto contra o regime de Caracas pediu punição máxima a Nicolás Maduro. O apelo ocorreu em frente ao tribunal federal de Nova York, nesta segunda-feira, 5. No local, o ditador deposto prestou depoimento e negou acusações de narcoterrorismo.

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A manifestante integrou um grupo que se concentrou diante do prédio enquanto o processo avançava. Ela exibiu cartazes favoráveis a Donald Trump e exigiu uma condenação longa. O ato reuniu dezenas de pessoas, com posições políticas distintas.

Ao jornal The New York Post, a mulher afirmou ter sido gravemente queimada em 2021, durante uma manifestação antigovernamental em Caracas. Segundo o relato, agentes ligados ao regime lançaram água fervente contra ela. O ataque deixou sequelas permanentes e motivou a saída do país.

Protesto contra Maduro e pedido por Justiça

Por segurança, a venezuelana disse usar apenas o nome Carmen. Ela mantém familiares na Venezuela e teme retaliações. Carmen informou que se mudou para os Estados Unidos pouco tempo depois do episódio e hoje trabalha em um centro comunitário em New Rochelle.

Durante o protesto, a manifestante mostrou imagens das lesões causadas pelo ataque. Ela atribuiu a violência à repressão contra a liberdade de expressão. Para Carmen, a sentença precisa refletir o impacto dos abusos do regime sobre a população.

No mesmo dia, um pequeno grupo de esquerda criticou a prisão de Maduro, determinada por Donald Trump. Carmen contestou o ato e afirmou que os manifestantes ignoram a realidade do país. Segundo ela, a escassez e o colapso dos serviços públicos fazem parte do cotidiano venezuelano.

Maduro foi detido no último sábado, 3, por forças militares norte-americanas. O caso segue sob análise da Justiça dos Estados Unidos.

Leia também: “Vice de Maduro assume Presidência interina da Venezuela”

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1 comentário
  1. Renato
    Renato

    E ainda há os imbecis da extrema -esquerda no Brasil que apoiam o Narcoditador cujo regime bolivariano expulsou 9 milhões e venezuelanos sendo que 1.400.000 entraram no Brasil pela fronteira de Rondônia.

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