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Vídeo: atum 'gordo como uma vaca' é vendido em leilão por US$ 1,3 milhão

Peixe bluefin de 275,7 kg tornou-se um dos mais caros da história

Imagens mostram chefs de sushi transportando o peixe para a filial do Onodera Sushi, em Tóquio, onde foi preparado para o consumo
Imagens mostram chefs transportando o atum para a filial do Onodera Sushi, em Tóquio, onde foi preparado para o consumo | Foto: Divulgação/Onodera

Um atum foi vendido por US$ 1,3 milhão, cerca de R$ 8 milhões, no Mercado Toyosu, de Tóquio, durante o tradicional leilão anual de atum de Ano-Novo, no domingo 5. Considerado nobre e raro, o peixe da espécie bluefin pesava 275,7 kg, o equivalente a um urso-pardo macho. Sua captura ocorreu perto da costa de Oma, região da Prefeitura de Aomori, ao norte do Japão.

Veja imagens do atum bluefin, que valeu US$ 1,3 milhão no mercado de Tóquio:

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O comprador foi uma rede de restaurantes de sushi com estrela Michelin, que desembolsou 207 milhões de ienes. O grupo Onodera Food Service, responsável pela oferta vencedora, ressaltou a importância do atum de Oma. O local é conhecido por sua dieta de lula e peixe saury gordo e habitat em águas frias. Tais condições dão ao peixe um equilíbrio único de gordura.

O destino do atum leiloado

Imagens mostram quando chefs de sushi transportam o peixe para a filial do Onodera Sushi, em Tóquio, onde houve todo o preparo para o consumo. O atum azul do Pacífico, que migra entre o Japão e a Califórnia, é normalmente capturado no Estreito de Tsugaru por meio de métodos tradicionais de vara e linha.

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O escritório de turismo de Oma se autodenomina “a cidade de atum mais famosa do Japão”. Em 2019, um atum similar, de 278 kg, foi vendido no mesmo mercado por US$ 3,1 milhões, o mais caro desde 1999. Em 2017, o Japão e outros países firmaram um acordo em que impunham cotas rigorosas para preservar a espécie.

Preservação e recuperação

Esforços internacionais recuperaram a população de atum azul do Pacífico para quase um quarto dos níveis sem pesca, superando a meta de 20% para 2034, conforme a International Seafood Sustainability Foundation. A NOAA Fisheries informou que as cotas permitiram a multiplicação de peixes jovens, acelerando a recuperação.

Leia também: “Vaca se torna a mais valorizada do mundo”

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1 comentário
  1. Liberta Brasil
    Liberta Brasil

    Muito facil viver assim, não planta, não cuida, não alimenta, não tem de se preocupar com vigilancia sanitaria ou medicamentos do animal, vc vai lá, pesca e a natureza que se vire pra repor mais do que vc consegue pegar, então vende e fica rico. Quem trabalha com psicultura no Brasil é quem tem de ser mostrado em reportagens, pois esses sim são hérois.

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