O Wagner Group, grupo privado militar russo que atua com mercenários e prisioneiros, não está mais recrutando condenados. A decisão marca o fim de uma das fontes de tropas russas que ajudou aumentar o contingente que invadiu a Ucrânia.
Na quinta-feira 2, Yevgeny Prigozhin, fundador do Wagner Group, declarou por meio do aplicativo de mensagem Telegram que o recrutamento de prisioneiros “parou completamente”.
Receba nossas atualizações
Prigozhin esclareceu que todos os condenados e mercenários que trabalham até o momento para o grupo mercenário estão recebendo tudo o que foi acordado: “para aqueles que trabalharam para nós até agora, todas as obrigações estão sendo cumpridas.”
Relacionadas
O uso de bandidos russos nas linhas de frente na Ucrânia ajudou a Rússia avançar no território ucraniano nos últimos meses. Segundo as estimavas dos Estados Unidos, o Wagner tinha cerca de 50 mil homens destacados na Ucrânia; 40 mil eram condenados que haviam sido libertados da prisão sob condição de não desertarem.
O fundador do Grupo visitou as prisões em 2022 para recrutar homens para lutar, prometendo-lhes liberdade se sobrevivessem seis meses na Ucrânia, de acordo com vídeos divulgados nas redes sociais.
O jornalista brasileiro Luis Kawaguti, que cobriu a guerra da Ucrânia em 2022, falou sobre o Wagner Group em sua entrevista para o Oestecast:
O principal veículo de comunicação liberal do país
As eleições de 2022 consolidaram a Revista Oeste como o principal veículo de comunicação liberal do Brasil.
Enquanto vários órgãos de imprensa reviam suas posições, Oeste reafirmou seu compromisso com a defesa da democracia e da liberdade de expressão. Manteve entre seus colunistas os mais importantes e influentes jornalistas independentes do país, reforçou sua linha editorial e lançou o programa Oeste Sem Filtro, sucesso de audiência e um dos principais programas jornalísticos do cenário político brasileiro.
Como é previsível, Oeste vem sofrendo represálias. Apesar disso, lançamos um novo site, montamos o curso “O Brasil Que Dá Certo” e, muito em breve, lançaremos novos programas.
Tudo isso só é possível porque nossos assinantes apoiam a Revista Oeste.
Por isso, é fundamental que você esteja conosco nessa missão.
Assine agora e vamos, juntos, lutar por um país que dê certo.


Flávio Bolsonaro se pronuncia sobre candidatura de Michelle 




































Os prisioneiros foram mandados em operações suicidas, morreram praticamente todos, dentro da pratica já adotada por Stalin na segunda guerra, onde 98% dos prisioneiros morreram nos combates pois viraram “bucha de canhão”, parece que esta informação já foi passada aos presos que ainda se encontram nas penitenciarias e estes perceberam que tem coisa muito pior do que estar preso.