As candidaturas ao Senado em Santa Catarina viraram um problema para o Partido Liberal (PL). A pouco mais de oito meses das eleições, a legenda ainda não definiu quem os representará no pleito.
A escolha de quem será candidato depende do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello. Ambos terão de definir, nas próximas semanas, o futuro da deputada federal Carol De Toni, que espera receber garantias de que concorrerá ao Senado.
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O problema é que tanto Valdemar quanto Jorginho preferem manter o acordo firmado inicialmente entre o PL e a Federação União-PP. Nessa parceria, o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro lançaria um candidato ao Senado, enquanto a federação escolheria outro. Carol De Toni era a candidata natural à vaga do PL, e Espiridião Amin (PP) seria o candidato da federação. Contudo, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) anunciou a entrada na disputa, o que impactou diretamente a vaga outrora destinada ao PL. Agora, o partido terá de decidir entre preservar o acordo com União e o PP ou optar por uma chapa pura, com Carol De Toni e Carlos.
Carol De Toni versus R$ 1 bilhão de fundo eleitoral
Valdemar e Jorginho sabem que, se o acordo inicial for mantido, o partido será beneficiado nas eleições. A conta é esta: PL, União e PP concentram uma fatia expressiva do fundo eleitoral (R$ 1,8 bilhão) e do tempo de propaganda. Cada legenda recebe sua parcela separadamente, mas, quando atuam na mesma coligação, conseguem direcionar volume significativo de verba e estrutura para as candidaturas prioritárias. A manutenção do acordo ampliaria a capacidade de financiamento e comunicação da chapa majoritária no Estado. Uma divisão política, contudo, reduziria essa força conjunta.
“O que o PL prefere: R$ 1 bilhão de fundo eleitoral e 30 minutos de TV ou Carol De Toni?”, perguntou uma fonte do partido, ao ser consultada pela reportagem.
Em novembro do ano passado, Oeste informou que o PL ofereceu a Carol De Toni a vaga de candidata a vice-governadora de Santa Catarina, na chapa liderada por Jorginho. Ela recusou a proposta no começo de fevereiro. Sem o Senado, a única alternativa da deputada é buscar a reeleição à Câmara. Ou trocar de partido.
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É Carlos e mais um. Parece que a deputada não sabe trabalhar unida para um bem maior. É jovem e ambiciosa demais.
Sabe a estorinha do “bode na sala”?
Pois é. Ele tem um nome carinhoso: carlucho
O PL negar a candidatura de Carol, é um escárnio, tirar a mulher da corrida eleitoral para o senado de SC é estupidez das velhas raposas de nossa política.
A mesma situação foi vivenciada por Salles nas eleições passadas,mudou de partido foi cozinhado até o último minuto, queria sair para prefeito de São Paulo, foi barrado pelo presidente do PL.
Achei essa matéria tendenciosa e parece estar divulgando a versão de um grupo político. Há registros na mídia de que o acordo feito foi Jair indicar uma vaga e a outra seria escolhida por Jorginho. Jair indicou Carlos há quase um ano, Jorginho garantiu à Carol q ela era sua candidata. Tem declaração dela afirmando isso. Daí o Waldemar fez um acordo e mudou se ideia, agora tem um grupo querendo colocar o Carlos como culpado.
Uma pena ! Excelente parlamentar ! Tanta gente boa indo para o ralo e , inutéis sendo assediados para serem candidatos ! Uma vergonha mesmo .
Carol, sou do Paraná e não posso votar em vc. O PL daí é uma vergonha, balcão de negócios, vc é muito maior que isso e será senadora pelo partido que escolher