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‘Fator medo’ pode adiar retomada do setor de serviços, avalia presidente do BC

Ele disse que a volta de algumas atividades vai ser mais lenta

Ele disse que a volta de algumas atividades vai ser mais lenta

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta segunda-feira, 1º, que o medo de uma segunda onda de contágio pelo coronavírus pode retardar a retomada do setor de serviços até meados de 2021.

A declaração foi dada em uma audiência pública remota da comissão mista do Congresso.

O setor de serviços engloba atividades como turismo, bancos, restaurantes e corretagem de imóveis, por exemplo.

Segundo Campos Neto, o tráfego de pessoas na rua no horário de pico em países como Suécia, China, Estados Unidos, Espanha e Itália permanece abaixo da média de 2019.

“Independentemente do lugar, a gente não conseguiu voltar ao nível de fluxo que tinha em 2019. A mensagem que fica é a seguinte: tem um elemento de fator medo na população que, mesmo depois que a quarentena for encerrada ou diminuída, o fluxo de pessoas vai demorar a voltar”, disse o presidente do BC.

Ele afirmou ser importante entender que a volta em alguns setores de serviços vai ser mais lenta.

Dados preliminares do Banco Central apontam para uma queda superior a 50% nas vendas no varejo. Embora setores como metalurgia, alimentos e bebidas tenham demonstrado alguma recuperação, no setor de serviços a redução bateu os 80% e tem demorado a reagir.

Com informações da Agência Senado

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