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Inglaterra e País de Gales devem libertar presas grávidas

Medida adotada tem o objetivo de proteger mães e bebês da covid-19 [caption id="attachment_245401" align="alignnone" width="2560"] Foto: PixHere[/caption] Mulheres grávidas presas na Inglaterra e no País de Gales que são…

Medida adotada tem o objetivo de proteger mães e bebês da covid-19

Foto: PixHere

Mulheres grávidas presas na Inglaterra e no País de Gales que são consideradas de “baixo risco” para a população serão temporariamente liberadas durante a pandemia do novo coronavírus.

Prisioneiras em unidades de mães e bebês que cumpram a mesma avaliação de risco também serão libertadas com seus filhos, informou o Ministério da Justiça.

Os governadores das prisões poderão conceder a liberação temporária para as prisioneiras grávidas assim que elas passarem na avaliação de risco.

O anúncio foi feito quando o ministério confirmou que o número de casos da covid-19 entre os presos aumentou 18% em 24 horas, para 65 casos em 23 prisões.

Existem cerca de 83 mil prisioneiros na Inglaterra e no País de Gales em 117 prisões.

O número de funcionários penitenciários que testaram positivo aumentou de 13 para 14 no mesmo período, enquanto o número de funcionários infectados de serviços de escolta e custódia permaneceu em quatro.

As libertadas estarão sujeitas a condições de licença, incluindo a exigência de ficar em casa e usar uma etiqueta eletrônica, segundo o jornal britânico The Guardian. 

De acordo com secretário da Justiça, Robert Buckland caso violem as regras serão chamadas imediatamente de volta à prisão.

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